A OnSAC automatiza o recebimento fiscal, valida documentos e integra sistemas para que sua construtora pare de lançar notas e comece a controlar processos.
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Ele foi criado para armazenar e processar informações. Mas a maioria das construtoras usa o ERP como ponto de entrada de notas fiscais — sem nenhuma validação antes. O resultado são pagamentos indevidos, retrabalho e falta de rastreabilidade.
Sem um canal único de entrada, qualquer nota pode chegar de qualquer forma. Ninguém sabe o que foi recebido ou validado.
Dado digitado à mão é dado com potencial de erro. No financeiro da obra, um erro de digitação pode custar caro.
Sem Three-Way Match, cobranças com preço, quantidade ou unidade incorretos passam direto para o contas a pagar.
Quando algo dá errado, rastrear o que aconteceu entre o pedido e o pagamento é lento, doloroso e sem garantias.
De dado cadastral incorreto a XML não armazenado — onde o dinheiro escapa e como eliminar cada falha.
Ler artigoBase Nacional + certificado digital. A construtora para de correr atrás de nota de prestador — tudo chega automático.
Ler artigo98% de lançamentos automáticos no Grupo OAD. Veja cada etapa do processo.
Ler artigoA OnSAC é a porta de entrada oficial dos documentos fiscais da sua construtora. Cada nota é recebida, conferida, validada e aprovada — só então vai ao ERP.
Captura automática de NF-e via SEFAZ, XML, e-mail ou portal. Zero digitação.
Captura automáticaLeitura inteligente e conferência contra as regras de negócio da sua empresa.
Motor de regrasThree-Way Match automático: pedido × nota × entrega física no canteiro.
Tripla conferênciaWorkflow configurável por alçada com histórico e rastreabilidade completos.
AuditávelERP alimentado automaticamente. Estoque, financeiro e título de pagamento.
Sienge · SAP · TOTVS · MXMA OnSAC realiza automaticamente a conferência entre pedido de compra, nota fiscal e recebimento na obra. Se tudo bate: pagamento liberado. Se existe divergência: processo bloqueado e responsável acionado.
O que o ERP registrou como comprado
Conferência automática dos três pontos
O que foi faturado e o que chegou na obra
Cada produto resolve um problema específico. Juntos, cobrem toda a operação de suprimentos e fiscal da sua empresa.
Governança completa do recebimento fiscal para construtoras. Captura, valida, confere e lança documentos automaticamente integrado ao seu ERP.
Conhecer o produtoAutomação de processos operacionais para grandes empresas. Integra sistemas, abre chamados automaticamente e escala alertas para as áreas responsáveis.
Conhecer o produtoIntegração entre plataformas de procurement e ERPs. Elimina o lançamento manual de pedidos e mantém tudo sincronizado em tempo real.
Conhecer o produto11 empresas que decidiram parar de lançar notas e começar a governar documentos.
"Através da parceria para automação de tarefas foi possível otimizar a alocação de recursos, permitindo que as equipes se concentrem em atividades analíticas e iniciativas de maior valor agregado."
O caso mais longo da OnSAC — e o que melhor define o que fazemos.
O Aio Integrador opera ininterruptamente no ambiente de TI da Sul América Seguros — integrado a todos os sistemas, abrindo chamados automaticamente no Jira, escalonando alertas por prioridade e notificando as equipes responsáveis em tempo real. Sem intervenção humana. Sem falhas de rastreabilidade.
Fale com nosso time e descubra em 30 minutos o que está passando pelo seu financeiro sem validação.
O NF Check-in automatiza toda a jornada de entrada de documentos fiscais — da captura à integração com o ERP.
Do momento em que a nota fiscal é emitida até o lançamento automático no ERP — cada etapa rastreada, auditada e sem intervenção manual.
Notas capturadas direto da Base Nacional/SEFAZ via certificado digital da obra.
Caso o PPC não venha na nota, a IA busca o pedido de compras no seu ERP.
Buscamos as informações do Pedido e da Nota para completar o documento.
IA compara NF e Pedido; informa divergências conforme as regras configuradas.
IA separa automaticamente arquivos de Remessa e Devolução.
Lançamento automático no Sienge e demais ERPs integrados.
Informamos o tipo de pagamento de cada parcela do título.
O Almoxarife anexa arquivos para geração do título de pagamento.
O Almoxarife avalia o fornecedor e o material entregue (IQF).
O Almoxarife confirma o recebimento do material entregue na obra.
XML, e-mail, SEFAZ, portal de fornecedores ou upload manual. Um único canal de entrada.
Extração automática de CNPJ, fornecedor, pedido, obra, valores e impostos.
Busca informações no ERP para completar o documento com pedido, obra e centro de custo.
Pedido × nota × entrega conferidos automaticamente. O ciclo só fecha quando os três batem.
Validações fiscais, financeiras e operacionais configuráveis. Suas regras de negócio, automatizadas.
Aprovação por alçada com histórico e rastreabilidade completos. Cada decisão registrada.
Conhecimentos de Transporte Eletrônico capturados e validados automaticamente — frete conferido antes do pagamento.
Integração com VAN financeira captura automaticamente todos os boletos da construtora via DDA — nenhum boleto perdido ou pago em duplicidade.
A OnSAC identifica automaticamente o pedido de compra correspondente à nota fiscal, eliminando buscas manuais, reduzindo retrabalho e acelerando o processo de validação.
Enquanto sistemas tradicionais apenas recebem documentos, a OnSAC entende o contexto da operação.
"A plataforma conecta automaticamente notas fiscais, pedidos de compra, contratos e recebimentos, transformando um processo manual em uma operação governada, auditável e escalável."
Recebe o documento via XML, PDF, SEFAZ ou e-mail. Extrai automaticamente todos os dados estruturados.
Identifica CNPJ do fornecedor, itens, quantidades, valores, descrição dos produtos e obra.
Consulta pedidos em aberto, contratos ativos e compras recentes do mesmo fornecedor.
Sugere ou associa automaticamente o pedido correto, a obra e o contrato sem intervenção manual.
Com a associação feita, executa a conferência tripla: valores, quantidades e recebimento físico.
Menos retrabalho, mais notas aprovadas automaticamente e zero notas paradas por falta de identificação.
A OnSAC interpreta diferentes unidades de medida entre pedido e nota fiscal, realizando conversões automáticas para garantir um Three-Way Match preciso — sem divergências desnecessárias por diferença de unidade.
| Pedido no ERP | Nota do Fornecedor | |
|---|---|---|
| 1.000 kg de aço | 1 tonelada de aço | Convertido |
| 100 sacos de cimento | 5 pallets de cimento | Convertido |
| 120 metros de tubo | 12 barras de 10 metros | Convertido |
| 200 litros de tinta | 10 bombonas de 20L | Convertido |
Evita bloqueios desnecessários no processo de aprovação.
Mais notas aprovadas automaticamente sem intervenção humana.
A conferência tripla trabalha sempre com dados equivalentes e corretos.
O Brasil tem mais de 5.500 municípios, cada um com seu próprio sistema de NFS-e. Construtoras com obras espalhadas pelo país precisam acessar portais diferentes, depender de fornecedores para enviar as notas e manter equipes monitorando sistemas distintos. A OnSAC resolve isso com uma única integração.
A construtora disponibiliza o certificado digital A1. A OnSAC usa para autenticar e consultar a Base Nacional de NFS-e em nome da empresa.
Toda NFS-e emitida contra o CNPJ da construtora — em qualquer município — é capturada automaticamente no momento da emissão pelo prestador.
A nota de serviço só é liberada para o ERP após o lastro da Medição de Obra aprovada. Zero pagamento por serviço não executado.
Uma única integração com a Base Nacional cobre todo o Brasil — sem acessar portais de prefeituras individualmente.
A nota chega automaticamente quando emitida. O financeiro para de correr atrás de NFS-e perdidas em e-mails e portais de prefeitura.
As regras da Reforma Tributária são aplicadas automaticamente na validação de cada NFS-e — créditos fiscais aproveitados, compliance garantido.
Para notas de serviço, o Pedido Reverso evolui para o Contrato Reverso. A OnSAC busca automaticamente o contrato correspondente à nota de serviço no ERP e vincula a aprovação ao recebimento da Medição de Obra registrada pela engenharia.
O resultado: nenhuma nota de serviço entra no ERP sem que exista uma medição aprovada que a ampare. O financeiro paga pelo que foi executado — não pelo que foi faturado.
"Com o Contrato Reverso, a construtora para de confiar cegamente na nota do prestador e passa a controlar o pagamento pelo que foi efetivamente medido e aprovado pela engenharia."
A nota de serviço chega automaticamente via Base Nacional, no momento da emissão pelo prestador.
A OnSAC identifica o contrato correspondente no ERP usando CNPJ do prestador, valor e escopo do serviço — sem intervenção manual.
O sistema consulta se existe Medição de Obra aprovada pela engenharia para o período e escopo da nota.
Com medição aprovada: nota liberada para o ERP e título gerado. Sem medição: nota retida e responsável notificado.
Zero pagamento por serviço não executado. Compliance fiscal total. Rastreabilidade de cada medição ao título correspondente.
A OnSAC possui parceria e integração com uma VAN financeira que captura automaticamente todos os boletos emitidos contra o CNPJ da construtora via DDA (Débito Direto Autorizado). Nenhum boleto se perde. Nenhum boleto é pago em duplicidade.
Todo boleto emitido contra o CNPJ da construtora é capturado automaticamente pela VAN financeira parceira, sem necessidade de cadastro manual ou monitoramento de e-mails.
O boleto capturado é automaticamente conciliado com a nota fiscal correspondente — nenhum pagamento sai sem o documento fiscal validado pela OnSAC.
Com todos os boletos centralizados e conciliados, a construtora elimina o risco de pagar dois boletos pelo mesmo fornecimento e de deixar boletos vencerem por não terem sido recebidos.
Respostas para as perguntas mais comuns dos nossos clientes e prospects.
Cada ERP tem suas particularidades. Veja como a OnSAC se integra e o que muda na sua operação.
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O Aio Integrador conecta sistemas, automatiza alertas e elimina o trabalho manual das equipes de TI e operação.
O Aio Integrador opera ininterruptamente no ambiente da Sul América Seguros há uma década — integrado a todos os sistemas de TI, automatizando alertas e abrindo chamados sem intervenção humana.
Todos os sistemas de TI conectados em um único hub de automação
Abertura automática de chamados por prioridade e área responsável
Notificações automáticas para o canal da área responsável pelo incidente
Alertas escalonados automaticamente por prioridade, sem depender de ninguém
Recebe alertas de todos os sistemas, classifica por prioridade e abre chamados no Jira sem intervenção humana. Resposta imediata, 24/7.
Conecta qualquer sistema via API. Dados fluem entre plataformas sem exportação manual ou planilha intermediária.
Aciona as pessoas certas, no canal certo, na hora certa. Quem precisa agir é avisado antes que o problema escale.
Rastreabilidade de todos os eventos, alertas e ações. Auditoria total sem precisar reconstruir o que aconteceu.
Fale com nosso time e veja como reduzir o trabalho manual da sua equipe de TI.
Conecta portais de cotação e procurement ao ERP — criando a requisição, gerando o pedido e transferindo todos os dados estruturados, sem nenhuma digitação manual no caminho.
Construtoras que usam portais de cotação ganham muito em competitividade: mais fornecedores, melhores preços, processos de aprovação estruturados. Mas, quando o pedido é finalizado no portal, o trabalho do time de suprimentos dobra — porque alguém ainda precisa relançar tudo manualmente no ERP.
"A OnSAC transforma o pedido de compra em um instrumento real de controle — não apenas um número que alguém precisa relançar."
Pedido aprovado no portal precisa ser relançado manualmente no ERP — campo por campo
Requisições criadas no portal não chegam ao ERP — ou chegam com informações incompletas
Dados mestres desatualizados entre plataformas geram divergências difíceis de rastrear
Anexos e especificações técnicas da requisição se perdem no caminho entre os sistemas
Nenhum pedido relançado. O que foi aprovado no portal chega ao ERP sem passar pelas mãos de ninguém.
O ERP reflete o estado real do pipeline de compras. Sem defasagem entre o portal e o sistema de gestão.
O que foi aprovado no portal é exatamente o que está no ERP. Sem divergências, sem versões conflitantes.
Suprimentos para de lançar e começa a controlar. Mais análise, mais negociação, menos digitação.
Veja como funciona com a sua plataforma de procurement.
Observamos por anos um padrão recorrente nas construtoras: o ERP sendo usado para uma função para a qual não foi projetado.
A OnSAC nasceu da observação de um problema recorrente: o ERP estava sendo usado como ponto de entrada de notas fiscais — sem nenhuma validação prévia. O resultado eram pagamentos indevidos, retrabalho constante e dados pouco confiáveis.
Criamos a OnSAC para ser a camada que faltava: uma plataforma de governança que fica entre os fornecedores e o ERP, garantindo que só dados auditados cheguem ao sistema de gestão.
"Transformar o recebimento fiscal de um processo operacional e reativo em um processo estratégico, governado e auditável."
Preferimos entregar certo a entregar rápido. Processos com falha de governança custam mais para corrigir.
Automatizar sem controle só acelera erros. Cada automação que entregamos vem com rastreabilidade.
Não vendemos features. Vendemos resultados: redução de pagamentos indevidos e governança real.
Nossos clientes mais antigos têm mais de 10 anos conosco. Isso não acontece por acaso.
Fale com Michael Moreira e veja como podemos transformar o processo fiscal da sua construtora.
11 empresas em diferentes estados do Brasil que decidiram parar de lançar notas e começar a controlar processos.
Construtoras, incorporadoras e empresas de diferentes segmentos e estados que confiam na OnSAC para governar seus processos fiscais.
11 empresas que decidiram transformar o recebimento fiscal em um processo governado.
Governança fiscal em múltiplas obras simultaneamente. Rastreabilidade completa do recebimento ao pagamento em toda a estrutura do grupo.
Pedidos aprovados no Mercado Eletrônico chegam automaticamente ao Sienge, com NF Check-in fechando o ciclo no recebimento físico na obra.
Governança de materiais na obra. Three-Way Match fechando o ciclo entre suprimentos, canteiro e financeiro.
Padronização do processo de recebimento entre obras. Um modelo operacional único aplicado em toda a empresa.
10 anos de operação contínua. NOC automatizado com abertura de chamados no Jira e escalonamento inteligente por prioridade.
Integração Mercado Eletrônico → MXM. Fim do relançamento manual de pedidos — equipe de suprimentos focada em controle estratégico.
"Através da parceria para automação de tarefas foi possível otimizar a alocação de recursos, permitindo que as equipes se concentrem em atividades analíticas e iniciativas de maior valor agregado."
Fale com nosso time e veja como adaptar a OnSAC à sua operação.
Governança fiscal, automação de suprimentos e integração com ERP — escritos por quem vive esses problemas na construção civil todos os dias.
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Ler artigoEm uma obra com 30 notas por dia, são quase 8.000 oportunidades de erro por ano. Cada falha custa dinheiro, tempo e credibilidade. Este artigo detalha as 8 mais comuns e como eliminar cada uma.
No setor da construção civil, o lançamento de notas fiscais é um processo crítico, de alto volume e baixa tolerância ao erro. Um único campo preenchido errado pode resultar em rejeição pela SEFAZ, pagamento indevido ou autuação fiscal. O problema é que esses erros são normalizados — as equipes aprendem a conviver com o retrabalho em vez de eliminá-lo.
A OnSAC desenvolveu o NF Check-in especificamente para a construção civil, automatizando a validação e o lançamento de notas com integração direta ao ERP. A seguir, os 8 erros mais comuns que o sistema elimina.
CNPJ com dígito errado, razão social desatualizada, inscrição estadual incorreta — qualquer uma dessas informações leva à rejeição imediata da nota fiscal pela SEFAZ. O impacto vai além do retrabalho: o pagamento trava, o fornecedor pressiona, e a obra pode parar por falta de material liberado.
O custo real: em obras com múltiplos fornecedores ativos, uma taxa de rejeição de 3% representa dezenas de notas retrabalhadas todo mês. O NF Check-in valida os dados automaticamente contra a base da SEFAZ antes de qualquer lançamento.
Notas de produto (NF-e) e de serviço (NFS-e) têm regimes tributários, obrigações fiscais e tratamentos contábeis completamente diferentes. Usar o tipo errado gera bitributação, retenções indevidas e inconsistências no SPED que podem acionar fiscalização.
O sistema identifica automaticamente o tipo de nota com base na natureza da operação, eliminando o erro de classificação na origem.
É um dos erros mais silenciosos: a nota é lançada com a data errada. O DRE fica distorcido, as provisões não refletem a realidade e as auditorias encontram divergências que ninguém consegue explicar. Em obras com apuração mensal rigorosa, esse erro invalida o relatório inteiro.
CFOP errado impacta o aproveitamento de créditos de ICMS. NCM incorreto gera diferença de alíquota e risco de autuação. CST errado compromete o cálculo de PIS e COFINS. Esses três campos são frequentemente preenchidos manualmente, com base em memorização ou planilhas desatualizadas.
O NF Check-in usa IA para validar automaticamente as classificações com base nas regras tributárias atualizadas, sem depender do conhecimento individual de cada operador.
ISS, INSS sobre serviços, IRPJ retido na fonte — cada um com alíquotas, bases de cálculo e obrigações específicas. Um erro de cálculo pode gerar tanto pagamento a maior quanto sonegação não intencional. Em contratos de serviço de longa duração, o acúmulo desse erro representa valores significativos.
Este é o erro que aparece no pior momento possível: durante uma fiscalização. O PDF da nota fiscal não tem valor jurídico. O único documento reconhecido pelo Fisco é o arquivo XML. Sem ele, a empresa não consegue comprovar a operação e está sujeita a autuação e multa.
O sistema armazena automaticamente todos os XMLs com backup em nuvem, indexados por obra, fornecedor e período — acessíveis a qualquer momento.
A captura automática de notas fiscais da SEFAZ depende de um certificado digital válido e corretamente configurado. Um certificado vencido trava o processo inteiro — as notas param de ser capturadas sem que ninguém perceba, e o atraso só é descoberto quando o pagamento já deveria ter saído.
O erro mais caro não é o de digitação — é a ausência de histórico. Quando algo dá errado (e eventualmente dará), quem tomou a decisão? Quando foi lançado? Qual versão da nota foi usada? Sem rastreabilidade, a resposta para cada uma dessas perguntas demanda horas de investigação.
Em uma obra com 30 notas por dia, são 660 notas por mês, 7.920 por ano. Com 5% de taxa de erro, são quase 400 lançamentos problemáticos por ano — cada um com custo de tempo, retrabalho e risco fiscal.
O NF Check-in elimina cada um deles — com rastreabilidade completa de ponta a ponta.
A maioria das construtoras trata a validação de notas como um processo de back-office. As que têm maior margem tratam como governança. Entenda a diferença — e o que está em jogo financeiramente.
Existe uma crença difundida no setor da construção civil de que a validação de notas fiscais é um processo de suporte — algo que o financeiro ou o fiscal resolve. O ERP recebe a nota, o contador assina, e a vida segue.
Essa crença é cara. E mensurável.
Construtoras que tratam o recebimento fiscal como processo estratégico têm algo em comum: controlam com precisão o que pagam versus o que recebem. As que tratam como operacional descobrem o descasamento nas auditorias — quando já é tarde.
Cada nota fiscal que entra no ERP sem validação é um vetor de risco em quatro dimensões:
Preço faturado acima do negociado. Quantidade maior do que entregue. Unidade diferente que passa despercebida na conversão manual. Cada uma dessas situações representa dinheiro que sai da conta da construtora sem correspondência na entrega real.
Classificação CFOP incorreta, NCM errado, alíquota tributária divergente. Em obras de grande porte com centenas de fornecedores, a probabilidade estatística de ter inconsistências que interessam ao Fisco é alta. A Reforma Tributária (IBS/CBS) adicionou novas camadas de complexidade que o processo manual não acompanha.
Notas lançadas erradas geram estorno. Estorno gera novo lançamento. Novo lançamento consome tempo de equipe que deveria estar em atividades analíticas. Esse ciclo de retrabalho é o principal inimigo da produtividade financeira na construção civil.
Quando algo dá errado em uma auditoria interna ou externa, quanto tempo sua equipe gasta reconstruindo o histórico de uma nota? Sem rastreabilidade automática, cada investigação é artesanal — e cada resposta "não sei" é um problema de governança.
O ERP foi projetado para registrar e processar informações. Ele faz isso muito bem. O que ele não faz é questionar a qualidade do dado que recebe. Se entrar errado, fica errado — com toda a credibilidade de um sistema de gestão.
A OnSAC atua como a camada de governança entre os fornecedores e o ERP. Nenhuma nota entra no sistema de gestão sem antes ser validada, auditada e confirmada. O que o ERP recebe já é verdade.
Com o NF Check-in, a equipe financeira para de ser reativamente operacional e começa a ser proativamente estratégica:
Essa inversão — de reativo para proativo — é o que diferencia operações financeiras bem governadas das que vivem apagando incêndio.
Se você não sabe responder, o risco é real. Veja como o NF Check-in resolve.
O Grupo OAD chegou a 98% de lançamentos automáticos. A LBX conectou procurement, recebimento e pagamento em um fluxo único. Entenda as 10 etapas que tornam isso possível.
Em teoria, o processo de recebimento de notas fiscais é simples: a nota chega, é conferida, é lançada no ERP e o título de pagamento é gerado. Na prática, cada uma dessas etapas envolve pessoas, decisões, digitação manual e muitas oportunidades de erro.
O NF Check-in da OnSAC foi desenhado para que o processo de fato funcione como deveria — automaticamente, rastreado e sem depender de ninguém para executar as tarefas rotineiras. O time humano aparece apenas nos três pontos em que julgamento humano é necessário.
Muitas construtoras acreditam que "já são digitais" porque usam o ERP e recebem XMLs. Mas receber o XML por e-mail e lançá-lo manualmente no sistema não é automação — é digitação de outro formato. A diferença está em quem executa cada etapa:
Antes mesmo de o caminhão sair do fornecedor, o NF Check-in já capturou a nota fiscal. O sistema se conecta ao SEFAZ e à Base Nacional usando o certificado digital da obra, baixando automaticamente cada NF-e e NFS-e emitida contra o CNPJ da empresa. Zero e-mail. Zero portal de prefeitura. Zero solicitação ao fornecedor.
Em uma fração significativa das notas, o fornecedor não informa o número do pedido de compra. No processo tradicional, isso paralisa o lançamento até que alguém localize o pedido manualmente. No NF Check-in, a IA busca automaticamente o pedido correspondente no ERP usando os dados disponíveis: CNPJ do fornecedor, itens, valores, obra e data. O processo segue sem interrupção.
Com a nota capturada e o pedido localizado, o sistema cruza as informações dos dois documentos e monta um registro completo: obra, centro de custo, fornecedor, itens, valores, impostos. Tudo centralizado em um único lugar, pronto para a validação.
A IA compara a nota fiscal com o pedido de compra campo a campo: preço unitário, quantidade, unidade de medida, CNPJ do fornecedor, obra. Cada divergência é identificada, classificada por tipo e severidade, e encaminhada para o responsável. Nada que não esteja em conformidade segue para a próxima etapa.
Nem todo documento que chega é uma nota de compra. Remessas, devoluções, notas complementares — o sistema identifica automaticamente o tipo de cada documento e o distribui na aba correta. Fim das notas de remessa entrando no fluxo de pagamento por engano.
Este é o primeiro ponto de interação humana — e intencionalmente o único no canteiro. O almoxarife acessa o portal (que funciona offline) e confirma o recebimento físico: o que chegou, em qual quantidade e em qual condição. Essa confirmação é a âncora do Three-Way Match.
No mesmo momento da confirmação, o almoxarife avalia o fornecedor: prazo de entrega, qualidade do material, conformidade com o pedido. Esse histórico alimenta o IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) e apoia decisões futuras de compra — sem planilhas paralelas.
Antes de gerar o título, o sistema exige a anexação dos documentos obrigatórios: boleto, comprovante de entrega, laudos técnicos, contratos. Cada documento é vinculado à nota e ao título, acessível de qualquer lugar a qualquer momento.
O financeiro define o tipo de pagamento de cada parcela: à vista, parcelado, boleto, transferência. Essa definição acontece antes da geração do título, garantindo que o contas a pagar receba a informação correta desde o início — sem corrigir lançamentos depois.
Com as nove etapas anteriores concluídas, o NF Check-in gera o título automaticamente no ERP — Sienge, Mega, Senior, SAP Business One, TOTVS ou MXM. Com todos os dados corretos, todos os documentos anexados e todas as validações realizadas. O financeiro não lança: recebe.
"O processo que antes consumia horas da nossa equipe passou a rodar em segundo plano. O time parou de lançar e começou a analisar." — Grupo OAD, Florianópolis · SC
Após 3 anos com o NF Check-in, o Grupo OAD atingiu 98% de lançamentos processados automaticamente. Os 2% restantes são as exceções que requerem julgamento — e é exatamente para isso que existe o time financeiro.
Se for menos de 80%, há espaço para reduzir custo operacional e risco fiscal. Veja como em 30 minutos.
O Sienge registra. A OnSAC governa. Juntos, cobrem o ciclo inteiro — da cotação no portal de compras até o título gerado no financeiro. Sem digitação. Sem divergência. Sem pagamento indevido.
O Sienge é, para a grande maioria das construtoras brasileiras, o sistema central de gestão. Suprimentos, financeiro, engenharia e obras convergem nele. Mas existe uma lacuna que o Sienge — por design — não fecha: a qualidade do dado que entra no portão da obra.
O Sienge registra o que chega. Não questiona. Não valida. Não confere se o que foi faturado é o que foi entregue. Essa função de governança foi deixada para pessoas — e pessoas cometem erros, principalmente sob pressão, volume e urgência.
Sem uma camada de validação antes do Sienge, o ciclo de erros se repete:
O NF Check-in captura automaticamente todas as notas emitidas contra os CNPJs da empresa, direto do SEFAZ e da Base Nacional. O time de suprimentos e o almoxarife param de receber XMLs por e-mail e de buscar notas em portais de prefeitura.
Cada nota é confrontada com o pedido de compra no Sienge: preço, quantidade, unidade, fornecedor, obra e centro de custo. Se tudo bate, o processo segue automaticamente. Se há divergência, o sistema bloqueia, notifica o responsável e registra o ocorrido para auditoria.
O pedido foi em m³, a nota chegou em toneladas. O pedido foi em sacos, a nota em pallets. A OnSAC converte automaticamente, garantindo que a comparação seja feita em bases equivalentes — sem que o almoxarife precise fazer esse cálculo de cabeça.
O Sienge sabe o que foi pedido e o que foi faturado. A OnSAC adiciona o terceiro elemento: o que foi efetivamente recebido na obra. Essa conferência tripla — Pedido × Nota × Recebimento — é o que garante que o título de pagamento gerado no Sienge corresponde a uma entrega real e completa.
Para construtoras que usam o Mercado Eletrônico, a OnSAC fecha o ciclo completo: o pedido aprovado no portal é transferido automaticamente para o Sienge (via Integrador de Compras), e o recebimento da nota correspondente é validado pelo NF Check-in. A LBX Construtora opera exatamente assim — do procurement ao pagamento, sem reentrada de dados.
As construtoras que operam com Sienge + OnSAC relatam três mudanças consistentes: redução expressiva do tempo de processamento por nota, eliminação dos estornos por lançamento incorreto e rastreabilidade completa de cada documento desde a emissão até o pagamento.
O Sienge registra o passado com precisão. A OnSAC garante que o presente seja governado. Juntos, entregam o controle que você comprou quando contratou o ERP.
Demonstração de 30 minutos com os dados reais da sua operação.
O Protheus e o RM são sistemas robustos. O problema não é o ERP — é o dado que entra nele. A OnSAC é a camada de governança que garante que o TOTVS sempre receba informações corretas, auditadas e rastreadas.
As linhas Protheus e RM da TOTVS sustentam operações complexas no setor da construção e da infraestrutura. São sistemas com profundidade funcional, módulos robustos de suprimentos, financeiro e fiscal — e uma limitação estrutural que todo gestor experiente conhece bem: o sistema confia no que recebe.
Se o dado que entra estiver errado, o TOTVS processa o erro com toda a eficiência que lhe é característica. A nota com NCM incorreto é registrada. O pedido com unidade divergente é lançado. O título com valor equivocado é gerado. Tudo registrado, tudo auditável — e tudo errado.
Para usuários de TOTVS na construção civil, o maior risco não está na configuração do sistema — está no canteiro. O almoxarife recebe materiais, confere visualmente e lança no sistema. Em um dia com 30 entregas, nenhum ser humano consegue manter precisão absoluta em cada conversão de unidade, cada verificação de preço, cada conferência de pedido.
Com 10 obras ativas, isso significa 6.600 oportunidades mensais para o erro contaminar o custo médio, o estoque e o fluxo de caixa no TOTVS.
A OnSAC captura a nota fiscal no momento da emissão pelo fornecedor — antes do caminhão sair. Se o NCM estiver errado, se a alíquota de retenção não bater com o contrato, se o preço for diferente do pedido: a divergência é identificada e comunicada ao responsável antes que o material chegue à obra. Fim dos estornos urgentes no Protheus por nota errada que já foi entregue.
Pedido em m³, nota em toneladas. Pedido em unidades, nota em caixas. Cada construtora tem sua tabela de equivalência — e cada almoxarife tem a sua versão dessa tabela na cabeça. A OnSAC aplica a tabela correta automaticamente, garantindo que o dado que chega ao módulo de suprimentos do TOTVS seja sempre equivalente ao que foi pedido.
O TOTVS sabe o que foi pedido. A SEFAZ sabe o que foi faturado. A OnSAC garante que o que foi fisicamente entregue no canteiro está sendo confirmado e registrado antes do título ser gerado. Se qualquer um dos três não bater, o processo para — e o responsável é notificado com o detalhe da divergência.
Com o IBS e a CBS em fase de implementação, as notas de serviço passaram a exigir controles que o processo manual do TOTVS não consegue sustentar. A OnSAC retém a NFS-e até que a Medição de Obra correspondente seja aprovada pela engenharia. Só então o título é gerado no RM ou no Protheus — com compliance garantido e créditos fiscais aproveitados corretamente.
A OnSAC não substitui o TOTVS. Não concorre com nenhum módulo do Protheus ou do RM. Ela opera como a camada de entrada — garantindo que o ERP receba dados que já passaram por validação, auditoria e conferência física. A implantação não exige migração de dados nem alteração no TOTVS.
O TOTVS é o motor que move sua construtora. A OnSAC é o filtro que garante que esse motor nunca seja alimentado com combustível contaminado.
30 minutos. Sem migração. Sem interrupção da operação.
O Mega Senior é um dos ERPs mais completos para a construção civil. A OnSAC é o que garante que ele sempre receba dados corretos — de qualquer obra, em qualquer município do Brasil.
O ERP Mega Senior, da Senior Sistemas, é uma escolha consistente entre construtoras que precisam de profundidade funcional: módulos integrados de engenharia, suprimentos, financeiro e contabilidade. Mas toda a capacidade analítica do Mega depende de uma premissa que raramente é questionada: os dados que entram precisam ser corretos.
Na prática, essa premissa é violada todos os dias — no portão da obra, no momento em que o almoxarife recebe um caminhão, confere visualmente e lança no sistema. Com pressão, volume e complexidade, erros acontecem. E o Mega registra cada um deles como verdade.
Para construtoras com obras em múltiplos municípios, a captura de notas fiscais de serviço é um desafio logístico. Cada prefeitura tem seu sistema de NFS-e. Dependendo do fornecedor enviar a nota por e-mail é impreciso. Acessar portais de prefeitura manualmente é inviável em escala.
A OnSAC resolve isso na origem: conecta à base nacional de NFS-e e captura automaticamente todas as notas de serviço emitidas contra os CNPJs da construtora, em qualquer município do Brasil, no momento da emissão.
O fornecedor descreve o material de um jeito. O pedido no Mega descreve de outro. "Vergalhão CA-50 D=12,5mm" no pedido; "Aço 12,5 CA-50" na nota. São o mesmo item — mas um sistema sem inteligência não reconhece a equivalência e gera uma divergência falsa.
A IA da OnSAC identifica a equivalência semanticamente e faz a correspondência correta, sem intervenção humana. As divergências que chegam para revisão são as reais — não os falsos positivos por diferença de nomenclatura.
Pedido em m³, nota em toneladas. Pedido em unidades, nota em pallets. O almoxarife que faz essa conversão manualmente, sob pressão, na descarga, comete erros. A OnSAC aplica a tabela de equivalência correta automaticamente, garantindo que o dado que chega ao Mega seja sempre preciso.
A OnSAC opera em quatro camadas antes do dado chegar ao Mega:
O resultado é que o time financeiro não lança notas no Mega. Recebe títulos prontos — com histórico completo de cada etapa percorrida desde a emissão.
Com o IBS e a CBS em fase de implementação progressiva, construtoras com processos de validação manual enfrentarão crescente dificuldade de compliance. A OnSAC já aplica as regras da Reforma nas NFS-e: a nota de serviço só é liberada para o Mega após a aprovação da Medição de Obra pela engenharia. Zero risco de pagar por serviço não executado. Zero crédito fiscal perdido por nota processada sem o lastro correto.
NF Check-in + ERP Mega Senior: do recebimento do insumo ao pagamento correto. Sempre. Em qualquer obra. Em qualquer município do Brasil.
30 minutos de demonstração com os dados reais da sua operação.
O UAU controla custos, viabilidade e engenharia com precisão. Mas o custo real nasce no portão da obra — e é lá que os dados precisam ser perfeitos para que o planejamento faça sentido.
O ERP UAU, da Globaltec, é um dos sistemas mais completos para o mercado de incorporação e construção civil: controle de viabilidade, orçamento, cronograma, suprimentos e financeiro em uma plataforma integrada. Gestores financeiros e diretores de operações que o conhecem sabem da sua profundidade.
Mas existe uma pergunta que todos eles já fizeram ao menos uma vez: por que o custo real nunca fecha exatamente com o planejado?
Parte da resposta está no portão da obra.
O UAU planeja com dados precisos. O orçamento está correto. O cronograma é realista. O pedido de compra reflete o que foi negociado. Mas no momento em que o caminhão chega ao canteiro e o almoxarife inicia o recebimento, o ciclo de distorção começa:
Cada um desses eventos, individualmente, parece pequeno. Acumulados ao longo de uma obra com 600 notas por mês, formam uma diferença significativa entre o que o UAU mostra e o que de fato aconteceu.
O NF Check-in captura a nota fiscal no momento da emissão pelo fornecedor, antes do material sair do depósito. O preço é confrontado com o pedido no UAU. Se houver divergência, o responsável é notificado com tempo hábil para solicitar a correção — sem pressão de caminhão esperando no portão.
O UAU trabalha com uma tabela de insumos precisa. A OnSAC garante que as notas chegem ao UAU com as quantidades convertidas para a unidade correta do pedido — automaticamente, sem intervenção do almoxarife e sem risco de arredondamento errado.
A OnSAC confirma o recebimento físico no canteiro antes de liberar o título no UAU. Se o fornecedor faturou 100 e entregou 97, o título é gerado por 97. O saldo de pedido no UAU reflete o que foi efetivamente recebido — não o que foi faturado unilateralmente.
Para contratos de mão de obra e serviços, a OnSAC retém a nota de serviço até que a Medição de Obra seja aprovada pela engenharia. O UAU recebe o título somente quando há comprovação da execução. Zero pagamento por serviço não realizado. Zero pendência de estorno.
Quando o UAU recebe dados que passaram pela OnSAC, o que ele mostra é o que de fato aconteceu. O custo real coincide com o lançado. O saldo de pedido reflete o recebido. O financeiro decide com base em informação verdadeira — não em dado lançado sob pressão no canteiro.
O UAU é o mapa do tesouro da sua obra. A OnSAC é o GPS que garante que o mapa seja atualizado com informações reais, em tempo real, desde o portão.
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Pedido de compra, nota fiscal e recebimento físico. Quando os três não conferem, a construtora paga por algo que não recebeu — ou recebe algo que não pagou. O Three-Way Match automático elimina esse risco.
Three-Way Match é o processo de conferência cruzada entre três documentos: o pedido de compra (o que foi negociado e solicitado), a nota fiscal (o que o fornecedor diz que entregou e cobrou) e o recebimento físico (o que realmente chegou na obra). Quando os três são iguais, o pagamento é liberado. Quando há divergência, o processo para.
Parece simples. Na prática, é um dos processos mais negligenciados na construção civil — e um dos que mais custam dinheiro quando não é feito corretamente.
Sem a conferência tripla, o financeiro da construtora depende exclusivamente da nota fiscal para liberar o pagamento. E notas fiscais nem sempre refletem a realidade:
Cada um desses cenários resulta em pagamento indevido, estoque incorreto ou custo lançado no lugar errado. O Three-Way Match é a única forma de fechar esse ciclo com segurança.
O ponto de referência é o pedido registrado no ERP — Sienge, TOTVS, Mega, UAU, MXM ou SAP. O pedido define o que foi negociado: fornecedor, item, quantidade, unidade, preço, obra e centro de custo. Tudo o que vier na nota e no recebimento será confrontado com esses dados.
A OnSAC captura a nota fiscal diretamente do SEFAZ e da Base Nacional, no momento da emissão. O sistema extrai todos os dados estruturados e os confronta com o pedido: preço unitário, quantidade, unidade de medida, CNPJ, descrição dos itens. Se a nota não bater com o pedido, o processo para — e o responsável é notificado com o detalhe da divergência.
O almoxarife confirma no portal da OnSAC o que foi efetivamente recebido: quantidade, condição e conformidade com o pedido. Essa confirmação, feita no canteiro (com suporte offline), fecha o terceiro elemento da conferência. Sem ela, o título não é gerado — independentemente de a nota estar correta.
Pedido = Nota = Recebimento: o processo segue automaticamente para a geração do título de pagamento no ERP. Sem intervenção manual. Sem aprovação adicional necessária. O financeiro recebe o título pronto — com o histórico completo de cada etapa percorrida.
Qualquer divergência entre os três pontos gera um alerta específico:
Muitas construtoras fazem uma versão manual do Three-Way Match: alguém do financeiro compara a nota com o pedido em planilha. O problema é que esse processo é demorado, suscetível a erro humano e não escala com o volume de obras.
Com a OnSAC, o Three-Way Match é executado automaticamente para cada nota recebida, em segundos, com regras configuradas para a realidade da construtora — e rastreabilidade completa de cada decisão.
Cada título de pagamento gerado pela OnSAC representa uma convergência comprovada entre o que foi pedido, o que foi faturado e o que foi entregue. Não por acidente — por processo.
30 minutos de demonstração com o ERP que você já usa.
Em uma fração significativa das notas fiscais, o número do pedido de compra não está no documento. No processo tradicional, isso paralisa o lançamento. Com o Pedido Reverso, a IA resolve em segundos.
Existe um problema silencioso no processo de recebimento fiscal das construtoras que ninguém gosta de admitir: uma parcela considerável das notas fiscais recebidas não informa o número do pedido de compra correspondente.
O motivo varia. O fornecedor esqueceu de incluir. O sistema de ERP do fornecedor não preenche o campo automaticamente. O pedido foi verbal. A nota cobre mais de um pedido. O número do pedido foi digitado errado no campo da nota.
O resultado é sempre o mesmo: a nota fica parada esperando que alguém do time de suprimentos ou do financeiro localize manualmente qual pedido corresponde àquela entrega. Em obras com alto volume, esse gargalo é diário — e caro.
Pedido Reverso é a funcionalidade da OnSAC que resolve esse problema automaticamente. Quando uma nota fiscal chega sem o número do pedido de compra (ou com o número incorreto), o sistema usa os dados disponíveis na nota para localizar o pedido correspondente no ERP — sem intervenção humana.
O processo é chamado de "reverso" porque inverte a lógica tradicional: em vez de partir do pedido para encontrar a nota, ele parte dos dados da nota para encontrar o pedido.
A nota fiscal é capturada direto do SEFAZ ou da Base Nacional. O sistema extrai todos os dados estruturados: CNPJ do fornecedor, itens, descrições, quantidades, valores totais, data de emissão, obra de destino e qualquer referência disponível ao pedido.
Com os dados extraídos, a IA consulta o ERP em busca de pedidos compatíveis. A busca considera múltiplos critérios em simultâneo: fornecedor com aquele CNPJ, pedidos em aberto, pedidos parcialmente atendidos, valor total próximo ao da nota, obras correspondentes e datas compatíveis.
Um dos pontos mais críticos é a correspondência de itens quando as descrições são diferentes. A IA analisa semanticamente a descrição dos itens na nota e os compara com os itens do pedido no ERP — reconhecendo equivalências mesmo quando a nomenclatura é completamente diferente.
Quando o pedido correto é identificado com alto índice de confiança, a associação é feita automaticamente e o processo segue. Quando há ambiguidade — por exemplo, dois pedidos igualmente compatíveis — o sistema apresenta as opções ao responsável com os dados que fundamentam cada sugestão, para que a decisão humana seja informada e rápida.
Com a associação feita, o fluxo normal do NF Check-in segue: a nota é confrontada com o pedido localizado, o almoxarife confirma o recebimento físico, e o título é gerado no ERP. O Pedido Reverso é o que garante que o processo não trave na etapa de correspondência.
Com o Pedido Reverso, nenhuma nota fica parada esperando que alguém do suprimentos apareça para dizer qual é o pedido. O sistema localiza. O processo segue. O time foca no que importa.
30 minutos de demonstração. O Pedido Reverso funciona com Sienge, TOTVS, Mega, UAU, SAP e MXM.
O processo de compras termina no portal. A digitação começa no ERP. Esse gap entre os dois sistemas é onde os erros acontecem e onde o time de suprimentos perde mais tempo. O Integrador de Compras da OnSAC fecha essa lacuna.
Construtoras que adotam portais de procurement — como o Mercado Eletrônico — ganham muito em competitividade: mais fornecedores, processos de negociação estruturados, aprovações rastreadas e melhores preços. Mas existe um problema que a maioria descobre tarde demais: quando o pedido é aprovado no portal, alguém ainda precisa lançá-lo manualmente no ERP.
Campo por campo. Fornecedor, item, quantidade, unidade, preço, obra, centro de custo. Cada informação já existe no portal — e precisa ser redigitada no ERP. É aí que os erros acontecem, os pedidos somem e o time de suprimentos gasta horas em tarefas que não agregam valor algum.
Esse gap entre o portal de cotação e o ERP tem consequências diretas e mensuráveis:
O Integrador de Compras opera como o elo inteligente entre o portal de procurement e o ERP. Quando um pedido é aprovado no portal, a integração é disparada automaticamente — sem que ninguém precise fazer nada.
A integração não move apenas o número do pedido. Ela transfere o conjunto completo de documentos e dados que o ERP precisa para operar com precisão:
Assim que o pedido é aprovado no portal, a integração é disparada. O ERP é atualizado em segundos — sem defasagem, sem versão conflitante, sem pedido que "sumiu no caminho". O financeiro vê o pipeline de compras em tempo real, como ele está de fato, não como estava ontem quando alguém teve tempo de lançar.
Dados mestres desatualizados entre portal e ERP são uma fonte constante de divergência. A OnSAC mantém os cadastros sincronizados: fornecedores, materiais, preços de referência e condições de pagamento. O que existe no portal existe no ERP. O que muda em um lugar é refletido no outro.
A LBX opera o ciclo completo de procurement integrado: cotação no Mercado Eletrônico, aprovação no portal, transferência automática para o Sienge via Integrador de Compras, e recebimento governado pelo NF Check-in. Do processo de cotação até o pagamento do fornecedor, zero digitação manual.
A Otamerica eliminou o processo de relançamento de pedidos entre o Mercado Eletrônico e o MXM. O que antes ocupava horas da equipe de suprimentos passou a acontecer automaticamente. O time de compras passou a focar em negociação estratégica — não em digitação operacional.
A combinação mais poderosa é usar os dois produtos juntos. O Integrador de Compras garante que o pedido chegue ao ERP corretamente desde a aprovação no portal. O NF Check-in fecha o ciclo no momento do recebimento, fazendo o Three-Way Match entre o pedido, a nota fiscal e a entrega física na obra.
O resultado é um ciclo completamente rastreado e governado: da cotação ao pagamento, sem um único campo digitado manualmente, sem uma única divergência passando sem registro.
A integração entre portal e ERP não é uma conveniência — é o que permite que o time de suprimentos seja estratégico em vez de operacional.
Mercado Eletrônico com Sienge ou MXM. 30 minutos de demonstração.
Da cotação no Mercado Eletrônico ao título gerado no Sienge — sem um único campo digitado manualmente. Este é o fluxo que a LBX Construtora opera com a OnSAC. Veja como funciona e o que mudou.
A LBX Construtora, com sede em Maringá (PR), é um dos casos mais completos de integração de procurement e recebimento fiscal na construção civil brasileira. Eles operam com dois produtos da OnSAC de forma integrada: o Integrador de Compras (conectando Mercado Eletrônico ao Sienge) e o NF Check-in (governando o recebimento fiscal do canteiro ao título de pagamento).
O resultado é um ciclo de suprimentos completamente rastreado, sem reentrada de dados e sem pagamento indevido.
Como a maioria das construtoras que usa portais de procurement, a LBX enfrentava um gap crítico entre o Mercado Eletrônico e o Sienge. Quando um pedido era aprovado no portal, o processo de compra estava concluído — mas o trabalho do time de suprimentos no ERP estava apenas começando.
Alguém precisava abrir o Sienge, localizar o fornecedor, criar o pedido de compra campo por campo, inserir cada item com a quantidade correta, vincular à obra e ao centro de custo, e então aguardar a validação do setor financeiro. Com o volume de pedidos da LBX, esse processo consumia horas diárias da equipe — horas que poderiam estar sendo investidas em negociação e análise.
O processo começa normalmente no Mercado Eletrônico: a necessidade é identificada, a cotação é aberta para os fornecedores habilitados, as propostas são recebidas e o fornecedor vencedor é selecionado. Nada muda nessa etapa — o time de suprimentos continua usando o portal da forma como sempre usou.
Quando o pedido é aprovado no Mercado Eletrônico, a OnSAC recebe o evento automaticamente e inicia a transferência para o Sienge. Em segundos, o pedido de compra está no ERP — com todos os dados: fornecedor, itens, quantidades, valores, obra, centro de custo e os anexos da negociação. Sem que ninguém precise fazer nada.
Quando o material chega à obra, o NF Check-in já tem o pedido no Sienge como referência. A nota fiscal, capturada automaticamente do SEFAZ, é confrontada com o pedido: preço, quantidade, unidade, fornecedor e obra. O almoxarife confirma o recebimento físico no portal.
Com os três elementos alinhados — pedido (Sienge), nota fiscal (SEFAZ) e recebimento físico (canteiro) — o título de pagamento é gerado automaticamente no Sienge, com todos os documentos anexados e todas as validações registradas.
A mudança mais significativa não foi tecnológica — foi estratégica. O time de suprimentos deixou de ser uma equipe de lançamento de dados e passou a ser uma equipe de análise e negociação. O tempo antes gasto em digitação passou a ser investido em melhorar a base de fornecedores, negociar melhores condições e antecipar necessidades de compra.
Do ponto de vista financeiro, o Sienge passou a refletir o estado real do pipeline de compras em tempo real — sem defasagem entre o portal e o ERP, sem versão conflitante dos dados, sem pedido que "sumiu no caminho".
"A OnSAC conectou o nosso processo de compras ao nosso ERP de forma que nunca imaginamos ser possível sem uma implantação complexa. Em semanas, o fluxo estava funcionando — e nunca mais voltamos ao processo manual." — LBX Construtora, Maringá · PR
Veja em 30 minutos como replicar o mesmo fluxo da LBX na sua operação.
A Otamerica usava o Mercado Eletrônico para procurement e o MXM como ERP. Entre os dois sistemas, havia um processo manual que consumia horas da equipe de suprimentos todos os dias. A OnSAC eliminou esse processo por completo.
A Otamerica opera no mercado latino-americano com um processo de suprimentos estruturado: o Mercado Eletrônico como plataforma de procurement e o MXM como sistema de gestão. A combinação faz sentido — cada plataforma é referência na sua função.
O problema era o que acontecia entre as duas: cada pedido aprovado no Mercado Eletrônico precisava ser manualmente relançado no MXM. Campo por campo. Fornecedor, item, quantidade, preço, unidade, obra, centro de custo. Um processo repetitivo, suscetível a erro e que consumia horas diárias da equipe de suprimentos.
Na Otamerica, como na maioria das construtoras que operam com portal + ERP, o custo do gap era invisível no orçamento — mas visível no comportamento da equipe. O time de suprimentos chegava cedo para "atualizar o MXM". Reuniões eram adiadas porque "os pedidos ainda não estavam no sistema". Aprovações financeiras eram bloqueadas porque o ERP estava desatualizado em relação ao que havia sido negociado no portal.
Ninguém questionava esse processo — ele era visto como parte inevitável do trabalho. Até a integração com a OnSAC.
Quando o fornecedor vencedor é selecionado e o pedido é aprovado no Mercado Eletrônico, a OnSAC recebe o evento em tempo real e inicia automaticamente o processo de transferência para o MXM. O pedido de compra é criado no ERP com todos os dados corretos: fornecedor, itens com as quantidades e preços aprovados, obra, centro de custo e documentos da negociação.
O tempo entre a aprovação no portal e a disponibilidade do pedido no MXM: segundos.
Um dos problemas mais comuns em integrações de portal + ERP é a divergência de dados mestres — fornecedor cadastrado com dados diferentes nos dois sistemas, material com codificação incompatível, condições de pagamento que não correspondem. A OnSAC mantém os cadastros sincronizados, garantindo que o que existe no Mercado Eletrônico exista no MXM com fidelidade.
Cada transferência é registrada com timestamp, usuário responsável pela aprovação no portal e todos os dados do pedido. Se algo precisar ser auditado — um pagamento questionado, uma divergência de estoque — o histórico completo está disponível em segundos, sem precisar consultar dois sistemas separados.
A mudança mais imediata foi o tempo: a equipe de suprimentos deixou de dedicar horas diárias ao relançamento de pedidos. Mas a mudança mais significativa foi estratégica: com o MXM sempre atualizado em tempo real, as decisões financeiras passaram a ser baseadas em dados corretos e atuais — não em um snapshot de ontem ou de dois dias atrás.
O time de compras parou de ser operacional. Passou a ser estratégico.
"A OnSAC transformou o que era uma tarefa diária de horas em algo que simplesmente acontece. A equipe de suprimentos agora existe para tomar decisões — não para executar lançamentos que o sistema poderia fazer sozinho." — Otamerica
Veja como integrar os dois de forma automática. 30 minutos de demonstração.
O Brasil tem 5.570 municípios com sistemas diferentes de NFS-e. A construtora com obras em múltiplas cidades vive correndo atrás de nota de prestador. A OnSAC resolve isso com uma única integração com a Base Nacional — usando o certificado digital da construtora.
Para a maioria das construtoras, a gestão de notas fiscais de serviço é um processo paralelo, informal e repleto de lacunas. O material tem ERP, pedido de compra, three-way match. O serviço — mão de obra, locação de equipamento, serviço técnico — ainda depende de e-mail do prestador, acesso manual a portal de prefeitura e validação humana que raramente acontece antes do pagamento.
O resultado é previsível: pagamentos por serviços não executados, notas perdidas, atrasos fiscais e ausência de rastreabilidade nas auditorias.
Diferente das notas fiscais de produto (NF-e), que têm um sistema centralizado nacional (SEFAZ), as notas fiscais de serviço historicamente eram emitidas por sistemas municipais fragmentados. Cada prefeitura com seu portal, sua API (quando tinha) e suas regras.
Para uma construtora com obras em São Paulo, Manaus, Florianópolis e Goiânia, isso significava quatro portais diferentes, quatro cadastros, quatro processos manuais — ou dependência total do prestador para enviar a NFS-e por e-mail.
A Reforma Tributária criou a Base Nacional de NFS-e: um sistema centralizado onde as prefeituras registram as notas de serviço emitidas em seus municípios. A lógica é a mesma do SEFAZ para NF-e — um único ponto de consulta para qualquer nota emitida no país.
Isso foi um avanço significativo. Mas por si só não resolve o problema da construtora: ela ainda precisaria acessar a Base Nacional, autenticar com certificado digital e fazer consultas periódicas para cada CNPJ de cada obra. Manualmente, ou com uma solução que faça isso automaticamente.
A OnSAC se integra à Base Nacional de NFS-e usando o certificado digital A1 da construtora. A partir dessa autenticação, o sistema monitora continuamente a base em busca de notas emitidas contra todos os CNPJs da empresa — obras, filiais, SPEs.
Quando um prestador emite uma NFS-e para a construtora — em qualquer município, de qualquer porte — a nota aparece na Base Nacional. A OnSAC captura automaticamente, extrai os dados estruturados e inicia o processo de governança. Sem e-mail. Sem acesso manual. Sem ligação para o prestador.
Em todos os casos: automaticamente, no momento da emissão, sem que ninguém na construtora precise fazer nada.
Capturar a nota de serviço é apenas o primeiro passo. A OnSAC vai além com o Contrato Reverso — o mecanismo que garante que a NFS-e capturada só seja liberada para pagamento quando existe uma medição aprovada que a ampare.
Diferente dos materiais, onde o Three-Way Match confere Pedido × Nota × Recebimento físico, para serviços o processo é:
A construtora para de confiar na nota do prestador e começa a controlar o pagamento pelo que foi efetivamente medido e aprovado pela engenharia. Esse é o princípio da governança de serviços.
O NF Check-in da OnSAC cobre os três principais documentos fiscais que entram na construtora:
Um único portal. Uma única equipe de validação. Um único fluxo de aprovação e geração de títulos no ERP. A construtora não precisa de processos paralelos para cada tipo de documento.
Com o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) em fase de implementação progressiva, a gestão de NFS-e ficou ainda mais crítica. As regras de crédito sobre serviços são complexas — e só se aplicam quando a nota de serviço está corretamente vinculada a uma prestação comprovada.
A OnSAC aplica automaticamente as regras da Reforma Tributária em cada NFS-e validada: alíquotas de IBS e CBS verificadas, créditos fiscais identificados, compliance garantido sem esforço manual da equipe fiscal.
Veja como a integração com a Base Nacional de NFS-e funciona com o ERP que você já usa.
Mostre como a sua operação funciona hoje. Mostramos o que a OnSAC pode mudar.
"A OnSAC é a camada de governança entre os fornecedores e o ERP."
"Automação sem governança apenas acelera erros. A OnSAC entrega os dois."
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