Toda nota que entra na sua construtora passa antes por aqui: capturada na origem, conferida contra o pedido de compra e contra o recebimento no canteiro, e só então lançada no ERP. 11 dos 13 clientes da OnSAC operam assim.
13 empresas clientes · em 6 estados
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Verifique também sua caixa de spam.
O problema que a OnSAC resolve não nasce dentro do ERP. Ele nasce no documento que chega antes dele, e chega igual em qualquer sistema. Por isso a nossa arquitetura acompanha o ERP que a sua construtora já usa.
Ele foi criado para armazenar e processar informações. Mas a maioria das construtoras usa o ERP como ponto de entrada de notas fiscais — sem nenhuma validação antes. O resultado: pagamentos indevidos, retrabalho e falta de rastreabilidade.
Sem um canal único de entrada, qualquer nota pode chegar de qualquer forma. Ninguém sabe o que foi recebido ou validado.
Dado digitado à mão é dado com potencial de erro. No financeiro da obra, um erro de digitação pode custar caro.
Sem Three-Way Match, cobranças com preço, quantidade ou unidade incorretos passam direto para o contas a pagar.
Quando algo dá errado, rastrear o que aconteceu entre o pedido e o pagamento é lento, doloroso e sem garantias.
De dado cadastral incorreto a XML não armazenado — onde o dinheiro escapa e como eliminar cada falha.
Ler artigoPortal Nacional da NFS-e + certificado digital. A construtora para de correr atrás de nota de prestador — tudo chega automático.
Ler artigo98% de lançamentos automáticos no Grupo OAD. Veja cada etapa do processo.
Ler artigoA OnSAC é a porta de entrada oficial dos documentos fiscais da sua construtora. Cada nota é recebida, conferida, validada e aprovada — só então vai ao ERP.
Captura automática de NF-e via SEFAZ, XML, e-mail ou portal. Zero digitação.
Captura automáticaLeitura inteligente e conferência contra as regras de negócio da sua empresa.
Motor de regrasThree-Way Match automático: pedido × nota × entrega física no canteiro.
Tripla conferênciaWorkflow configurável por alçada com histórico e rastreabilidade completos.
AuditávelERP alimentado automaticamente. Estoque, financeiro e título de pagamento.
Sienge · MXM · e o ERP que você já usaA OnSAC realiza automaticamente a conferência entre pedido de compra, nota fiscal e recebimento na obra. Se tudo bate: pagamento liberado. Se existe divergência: processo bloqueado e responsável acionado.
O que o ERP registrou como comprado
Conferência automática dos três pontos
O que foi faturado e o que chegou na obra
Cada produto resolve um problema específico. Juntos, cobrem toda a operação fiscal, de suprimentos e de processos da sua empresa.
Governança completa do recebimento fiscal para construtoras. Captura, valida, confere e lança documentos automaticamente integrado ao seu ERP.
Conhecer o produtoAutomação de processos operacionais para grandes empresas. Integra sistemas, abre chamados automaticamente e escala alertas para as áreas responsáveis.
Conhecer o produtoIntegração entre plataformas de procurement e ERPs. Elimina o lançamento manual de pedidos e mantém tudo sincronizado em tempo real.
Conhecer o produto13 empresas que decidiram parar de lançar notas e começar a governar documentos.
O resultado que o NF Check-in entrega quando a operação inteira passa pela camada de validação.
As notas chegam pela captura automática. Quando o fornecedor não informa o número do pedido, o Pedido Reverso localiza o pedido de compra no ERP a partir dos itens, do fornecedor e do valor. O Three-Way Match confere pedido, nota e recebimento confirmado no canteiro. O que sobra para a equipe é a exceção: a divergência que exige decisão humana.
Fale com nosso time e descubra em 30 minutos o que está passando pelo seu financeiro sem validação.
O NF Check-in automatiza toda a jornada de entrada de documentos fiscais — da captura à integração com o ERP.
Da confirmação de recebimento pelo almoxarife à validação automática com IA e ao lançamento no ERP — em um único fluxo governado.
Do momento em que a nota fiscal é emitida até o lançamento automático no ERP — cada etapa rastreada, auditada e sem intervenção manual.
Notas capturadas direto do Portal Nacional da NFS-e/SEFAZ via certificado digital da obra.
Caso o PPC não venha na nota, a IA busca o pedido de compras no seu ERP.
Buscamos as informações do Pedido e da Nota para completar o documento.
IA compara NF e Pedido; informa divergências conforme as regras configuradas.
IA separa automaticamente arquivos de Remessa e Devolução.
Lançamento automático no Sienge e demais ERPs integrados.
Informamos o tipo de pagamento de cada parcela do título.
O Almoxarife anexa arquivos para geração do título de pagamento.
O Almoxarife avalia o fornecedor e o material entregue (IQF).
O Almoxarife confirma o recebimento do material entregue na obra.
Cada funcionalidade cobre uma etapa da jornada fiscal — da captura do documento à conciliação financeira. Juntas, formam uma camada de validação contínua sobre o seu ERP.
XML, e-mail, SEFAZ, portal de fornecedores ou upload manual. Um único canal de entrada.
Extração automática de CNPJ, fornecedor, pedido, obra, valores e impostos.
Busca informações no ERP para completar o documento com pedido, obra e centro de custo.
Pedido × nota × entrega conferidos automaticamente. O ciclo só fecha quando os três batem.
Validações fiscais, financeiras e operacionais configuráveis. Suas regras de negócio, automatizadas.
Aprovação por alçada com histórico e rastreabilidade completos. Cada decisão registrada.
Conhecimentos de Transporte Eletrônico capturados e validados automaticamente — frete conferido antes do pagamento.
A OnSAC identifica automaticamente o pedido de compra correspondente à nota fiscal, eliminando buscas manuais, reduzindo retrabalho e acelerando o processo de validação.
Enquanto sistemas tradicionais apenas recebem documentos, a OnSAC entende o contexto da operação.
"A plataforma conecta automaticamente notas fiscais, pedidos de compra, contratos e recebimentos, transformando um processo manual em uma operação governada, auditável e escalável."
Recebe o documento via XML, PDF, SEFAZ ou e-mail. Extrai automaticamente todos os dados estruturados.
Identifica CNPJ do fornecedor, itens, quantidades, valores, descrição dos produtos e obra.
Consulta pedidos em aberto, contratos ativos e compras recentes do mesmo fornecedor.
Sugere ou associa automaticamente o pedido correto, a obra e o contrato sem intervenção manual.
Com a associação feita, executa a conferência tripla: valores, quantidades e recebimento físico.
Menos retrabalho, mais notas aprovadas automaticamente e zero notas paradas por falta de identificação.
A OnSAC interpreta diferentes unidades de medida entre pedido e nota fiscal, realizando conversões automáticas para garantir um Three-Way Match preciso — sem divergências desnecessárias por diferença de unidade.
| Pedido no ERP | Nota do Fornecedor | |
|---|---|---|
| 1.000 kg de aço | 1 tonelada de aço | Convertido |
| 100 sacos de cimento | 5 pallets de cimento | Convertido |
| 120 metros de tubo | 12 barras de 10 metros | Convertido |
| 200 litros de tinta | 10 bombonas de 20L | Convertido |
Evita bloqueios desnecessários no processo de aprovação.
Mais notas aprovadas automaticamente sem intervenção humana.
A conferência tripla trabalha sempre com dados equivalentes e corretos.
O Brasil tem mais de 5.500 municípios, cada um com seu próprio sistema de NFS-e. Construtoras com obras espalhadas pelo país precisam acessar portais diferentes, depender de fornecedores para enviar as notas e manter equipes monitorando sistemas distintos. A OnSAC resolve isso com uma única integração.
A construtora disponibiliza o certificado digital A1. A OnSAC usa para autenticar e consultar o Portal Nacional da NFS-e em nome da empresa.
Toda NFS-e emitida contra o CNPJ da construtora — em mais de 95% dos municípios — é capturada automaticamente no momento da emissão pelo prestador.
A nota de serviço só é liberada para o ERP após o lastro da Medição de Obra aprovada. Zero pagamento por serviço não executado.
Uma única integração com o Portal Nacional da NFS-e alcança mais de 95% das prefeituras já integradas. A sua equipe para de abrir portal de prefeitura um por um.
A nota chega automaticamente quando emitida. O financeiro para de correr atrás de NFS-e perdidas em e-mails e portais de prefeitura.
A OnSAC verifica os campos de IBS e CBS que o prestador declarou em cada NFS-e recebida, antes que a nota entre no seu ERP. O documento que chega ao fiscal já passou por conferência.
Para notas de serviço, o Pedido Reverso evolui para o Contrato Reverso. A OnSAC busca automaticamente o contrato correspondente à nota de serviço no ERP e vincula a aprovação ao recebimento da Medição de Obra registrada pela engenharia.
O resultado: nenhuma nota de serviço entra no ERP sem que exista uma medição aprovada que a ampare. O financeiro paga pelo que foi executado — não pelo que foi faturado.
"Com o Contrato Reverso, a construtora para de confiar cegamente na nota do prestador e passa a controlar o pagamento pelo que foi efetivamente medido e aprovado pela engenharia."
A nota de serviço chega automaticamente via Portal Nacional da NFS-e, no momento da emissão pelo prestador.
A OnSAC identifica o contrato correspondente no ERP usando CNPJ do prestador, valor e escopo do serviço — sem intervenção manual.
O sistema consulta se existe Medição de Obra aprovada pela engenharia para o período e escopo da nota.
Com medição aprovada: nota liberada para o ERP e título gerado. Sem medição: nota retida e responsável notificado.
Zero pagamento por serviço não executado. Compliance fiscal total. Rastreabilidade de cada medição ao título correspondente.
Em nota de serviço, o valor da retenção é preenchido por quem emite. Quem recebe costuma aceitar o número como veio, e o motivo é prático: conferir exigiria abrir a legislação do município onde o serviço foi prestado, olhar a classificação tributária daquele prestador e o tipo de serviço contratado. Uma nota por vez, isso é viável. Dezenas de fornecedores, em obras de municípios diferentes, todo mês, não é.
O interpretador de retenção faz essa leitura em cada nota de serviço que a sua construtora recebe. Ele cruza três variáveis, a classificação tributária do prestador, o tipo de serviço e o município da prestação, e devolve a base de cálculo, a alíquota, a guia municipal, o código de receita e a data de vencimento. Cada um desses valores vem acompanhado do fundamento legal que o sustenta, ao lado do que o prestador declarou.
A NFS-e chega pelo Portal Nacional da NFS-e no momento em que o prestador emite, sem que ninguém peça.
A OnSAC lê a legislação vigente no município da prestação e cruza com a classificação tributária do prestador e o tipo de serviço contratado.
O que a legislação determina fica registrado ao lado do que a nota declarou, valor a valor, cada um com o dispositivo legal que o sustenta.
A comparação pronta e o fundamento de cada número, no mesmo lugar onde a nota é aprovada. A decisão sobre o que fazer com uma divergência continua sendo de quem aprova.
O contador da sua construtora cuida da nota que a sua empresa emite. A OnSAC verifica a nota que a sua empresa recebe do fornecedor. São lados opostos da mesma operação e não se sobrepõem.
A OnSAC não emite parecer, não faz planejamento nem recuperação de tributo e não opina sobre o enquadramento da sua empresa. O trabalho do contador continua inteiro, do outro lado da operação.
Cada ERP tem suas particularidades. Veja como a OnSAC se integra e o que muda na sua operação.
Three-Way Match, Pedido Reverso e conversão de unidades integrados ao Sienge. Veja o que muda na prática.
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Ler artigoO custo real nasce no portão da obra. Onde a diferença entre o planejado e o realizado se forma.
Ler artigoRespostas para as perguntas mais comuns de clientes e diretores que avaliam a OnSAC.
Veja em 30 minutos como funciona com o ERP que você já usa.
Oficial do Siscomex, filtrada nos capítulos que aparecem em obra.
Saco, barra, milheiro, galão — e de onde vem cada fator. É a conta que decide se a quantidade da nota bate.
Sienge, UAU, TOTVS e Mega: onde fica cada campo e as armadilhas de propagação que ninguém documenta.
O Aio Integrador conecta sistemas, automatiza alertas e elimina o trabalho manual das equipes de TI e operação.
O Aio Integrador opera ininterruptamente no ambiente da Sul América Seguros há uma década — integrado a todos os sistemas de TI, automatizando alertas e abrindo chamados sem intervenção humana.
Todos os sistemas de TI conectados em um único hub de automação
Abertura automática de chamados por prioridade e área responsável
Notificações automáticas para o canal da área responsável pelo incidente
Alertas escalonados automaticamente por prioridade, sem depender de ninguém
Recebe alertas de todos os sistemas, classifica por prioridade e abre chamados no Jira sem intervenção humana. Resposta imediata, 24/7.
Conecta qualquer sistema via API. Dados fluem entre plataformas sem exportação manual ou planilha intermediária. Para a integração entre portal de cotação e ERP, a OnSAC tem o Integrador de Compras.
Aciona as pessoas certas, no canal certo, na hora certa. Quem precisa agir é avisado antes que o problema escale.
Rastreabilidade de todos os eventos, alertas e ações. Auditoria total sem precisar reconstruir o que aconteceu.
Fale com nosso time e veja como reduzir o trabalho manual da sua equipe de TI.
Conecta portais de cotação e procurement ao ERP — criando a requisição, gerando o pedido e transferindo todos os dados estruturados, sem nenhuma digitação manual no caminho.
Construtoras que usam portais de cotação ganham muito em competitividade: mais fornecedores, melhores preços, processos de aprovação estruturados. Mas, quando o pedido é finalizado no portal, o trabalho do time de suprimentos dobra — porque alguém ainda precisa relançar tudo manualmente no ERP. Veja como o Integrador de Compras funciona por dentro.
"A OnSAC transforma o pedido de compra em um instrumento real de controle — não apenas um número que alguém precisa relançar."
Pedido aprovado no portal precisa ser relançado manualmente no ERP — campo por campo
Requisições criadas no portal não chegam ao ERP — ou chegam com informações incompletas
Dados mestres desatualizados entre plataformas geram divergências difíceis de rastrear
Anexos e especificações técnicas da requisição se perdem no caminho entre os sistemas
Nenhum pedido relançado. O que foi aprovado no portal chega ao ERP sem passar pelas mãos de ninguém.
O ERP reflete o estado real do pipeline de compras. Sem defasagem entre o portal e o sistema de gestão.
O que foi aprovado no portal é exatamente o que está no ERP. Sem divergências, sem versões conflitantes.
Suprimentos para de lançar e começa a controlar. Mais análise, mais negociação, menos digitação.
Veja como funciona com a sua plataforma de procurement.
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Observamos por anos um padrão recorrente nas construtoras: o ERP sendo usado para uma função para a qual não foi projetado.
A OnSAC nasceu da observação de um problema recorrente: o ERP estava sendo usado como ponto de entrada de notas fiscais — sem nenhuma validação prévia. O resultado eram pagamentos indevidos, retrabalho constante e dados pouco confiáveis. É esse o problema que o NF Check-in resolve.
Criamos a OnSAC para ser a camada que faltava: uma plataforma de governança que fica entre os fornecedores e o ERP, garantindo que só dados auditados cheguem ao sistema de gestão.
"Transformar o recebimento fiscal de um processo operacional e reativo em um processo estratégico, governado e auditável."
Preferimos entregar certo a entregar rápido. Processos com falha de governança custam mais para corrigir.
Automatizar sem controle só acelera erros. Cada automação que entregamos vem com rastreabilidade.
Não vendemos features. Vendemos resultados: redução de pagamentos indevidos e governança real.
Nossos clientes mais antigos têm mais de 10 anos conosco. Isso não acontece por acaso. Conheça os clientes que a OnSAC atende hoje.
Fale com Michael Moreira e veja como podemos transformar o processo fiscal da sua construtora.
13 empresas clientes em 6 estados, e uma operação que não depende de onde fica a obra: a captura de nota de serviço já alcança mais de 95% das prefeituras integradas ao Portal Nacional da NFS-e.
Construtoras, incorporadoras e empresas de outros segmentos que operam com a OnSAC em 6 estados e cerca de 36 cidades. A expansão para as demais regiões está em curso, e a capacidade de atender já está pronta: nada na operação exige que a obra fique perto de nós.
13 empresas que decidiram transformar o recebimento fiscal em um processo governado.
Governança fiscal em múltiplas obras simultaneamente. Rastreabilidade completa do recebimento ao pagamento em toda a estrutura do grupo.
Pedidos aprovados no Mercado Eletrônico chegam automaticamente ao Sienge, com NF Check-in fechando o ciclo no recebimento físico na obra.
Governança de materiais na obra. Three-Way Match fechando o ciclo entre suprimentos, canteiro e financeiro.
Padronização do processo de recebimento entre obras. Um modelo operacional único aplicado em toda a empresa.
10 anos de operação contínua. NOC automatizado com abertura de chamados no Jira e escalonamento inteligente por prioridade.
Integração Mercado Eletrônico → MXM. Fim do relançamento manual de pedidos — equipe de suprimentos focada em controle estratégico.
Fale com nosso time e veja como adaptar a OnSAC à sua operação.
Governança fiscal, automação de suprimentos e integração com ERP — escritos por quem vive esses problemas na construção civil todos os dias.
De dado cadastral incorreto a XML não armazenado: onde o dinheiro escapa em cada obra e como eliminar cada falha.
Ler artigoConstrutoras com maior margem tratam o recebimento fiscal como governança. Entenda a diferença — e o que está em jogo.
Ler artigo98% automático no Grupo OAD. Veja cada etapa do NF Check-in e onde o time humano realmente faz diferença.
Ler artigoPedido × Nota × Recebimento. Quando os três não conferem, o dinheiro sai errado. Veja como automatizar a conferência tripla.
Ler artigoEm muitas notas, o fornecedor não informa o pedido. Com o Pedido Reverso, a IA resolve em segundos — sem travar o processo.
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Ler artigoCentralizar ou descentralizar o lançamento é a discussão errada: o que decide o risco é o que foi validado antes de a nota entrar no ERP.
Ler artigoAutomatizar o lançamento é eliminar as quatro decisões manuais que travam a nota, e deixar para a pessoa só o que é julgamento.
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Ler guiaNota sem conferir não vira título, e título não pago vira protesto. Por que o fornecedor protesta mesmo sem querer brigar.
Ler artigoCrédito glosado, ST trocada e custo de obra errado. Com IBS e CBS o erro muda de categoria — e existe norma que já obriga o comprador a conferir.
Ler artigoA nota veio com preço, quantidade ou unidade fora do pedido. Os quatro caminhos possíveis e por que o momento da descoberta decide o custo.
Ler artigoQuatro pessoas participam do caminho da nota e nenhuma aprova formalmente. O que muda quando existe alçada com nome, hora e evidência.
Ler artigoEntre a entrega e o lançamento existe um intervalo em que o ERP mostra uma obra que já não existe, sem nenhum sinal de alerta.
Ler artigoUma disciplina cuida de quanto a empresa paga de imposto. A outra garante que cada nota corresponde a algo que de fato aconteceu. Confundir as duas deixa um flanco descoberto.
Ler artigoO pedido é aprovado no portal. Alguém ainda precisa lançar no ERP. A OnSAC elimina esse gap automaticamente.
Ler artigoDa cotação no Mercado Eletrônico ao título no Sienge — sem um campo digitado manualmente. Veja o fluxo completo.
Ler artigoHoras diárias de redigitação eliminadas. O time de suprimentos parou de lançar e começou a negociar.
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Ler artigoThree-Way Match, Pedido Reverso e conversão automática de unidades. O que muda quando os dois sistemas trabalham juntos.
Ler artigoO problema não é o TOTVS — é o dado que entra nele. A OnSAC garante que o Protheus e o RM sempre recebam informações corretas.
Ler artigoDe qualquer obra. O custo só fecha se o dado que entra no Mega estiver certo.
Ler artigoO custo real nasce no portão da obra. Veja onde a diferença entre o planejado e o realizado se forma.
Ler artigoEm uma obra com 30 notas por dia, são quase 8.000 oportunidades de erro por ano. Cada falha custa dinheiro, tempo e credibilidade. Este artigo detalha as 8 mais comuns e como eliminar cada uma.
No setor da construção civil, o lançamento de notas fiscais é um processo crítico, de alto volume e baixa tolerância ao erro. Um único campo preenchido errado pode resultar em rejeição pela SEFAZ, pagamento indevido ou autuação fiscal. O problema é que esses erros são normalizados — as equipes aprendem a conviver com o retrabalho em vez de eliminá-lo.
A OnSAC desenvolveu o NF Check-in especificamente para a construção civil, automatizando a validação e o lançamento de notas com integração direta ao ERP. A seguir, os 8 erros mais comuns que o sistema elimina.
CNPJ com dígito errado, razão social desatualizada, inscrição estadual incorreta — qualquer uma dessas informações leva à rejeição imediata da nota fiscal pela SEFAZ. O impacto vai além do retrabalho: o pagamento trava, o fornecedor pressiona, e a obra pode parar por falta de material liberado.
O custo real: em obras com múltiplos fornecedores ativos, uma taxa de rejeição de 3% representa dezenas de notas retrabalhadas todo mês. O NF Check-in valida os dados automaticamente contra a base da SEFAZ antes de qualquer lançamento. A conferência entre pedido, nota e recebimento tem nome: Three-Way Match.
Notas de produto (NF-e) e de serviço (NFS-e) têm regimes tributários, obrigações fiscais e tratamentos contábeis completamente diferentes. Usar o tipo errado gera bitributação, retenções indevidas e inconsistências no SPED que podem acionar fiscalização.
O sistema identifica automaticamente o tipo de nota com base na natureza da operação, eliminando o erro de classificação na origem.
É um dos erros mais silenciosos: a nota é lançada com a data errada. O DRE fica distorcido, as provisões não refletem a realidade e as auditorias encontram divergências que ninguém consegue explicar. Em obras com apuração mensal rigorosa, esse erro invalida o relatório inteiro.
CFOP errado impacta o aproveitamento de créditos de ICMS. NCM incorreto gera diferença de alíquota e risco de autuação. CST errado compromete o cálculo de PIS e COFINS. Esses três campos são frequentemente preenchidos manualmente, com base em memorização ou planilhas desatualizadas.
O NF Check-in usa IA para validar automaticamente as classificações com base nas regras tributárias atualizadas, sem depender do conhecimento individual de cada operador.
ISS, INSS sobre serviços, IRPJ retido na fonte — cada um com alíquotas, bases de cálculo e obrigações específicas. Um erro de cálculo pode gerar tanto pagamento a maior quanto sonegação não intencional. Em contratos de serviço de longa duração, o acúmulo desse erro representa valores significativos. Conferir a retenção da nota recebida é compliance operacional, não compliance tributário.
Este é o erro que aparece no pior momento possível: durante uma fiscalização. O PDF da nota fiscal não tem valor jurídico. O único documento reconhecido pelo Fisco é o arquivo XML. Sem ele, a empresa não consegue comprovar a operação e está sujeita a autuação e multa.
O sistema armazena automaticamente todos os XMLs com backup em nuvem, indexados por obra, fornecedor e período — acessíveis a qualquer momento.
A captura automática de notas fiscais da SEFAZ depende de um certificado digital válido e corretamente configurado. Um certificado vencido trava o processo inteiro — as notas param de ser capturadas sem que ninguém perceba, e o atraso só é descoberto quando o pagamento já deveria ter saído.
O erro mais caro não é o de digitação — é a ausência de histórico. Quando algo dá errado (e eventualmente dará), quem tomou a decisão? Quando foi lançado? Qual versão da nota foi usada? Sem rastreabilidade, a resposta para cada uma dessas perguntas demanda horas de investigação.
Em uma obra com 30 notas por dia, são 660 notas por mês, 7.920 por ano. Com 5% de taxa de erro, são quase 400 lançamentos problemáticos por ano — cada um com custo de tempo, retrabalho e risco fiscal. Esse é o cálculo que o guia de diagnóstico fiscal da obra ajuda a fazer.
Quantos desses erros acontecem na sua operação hoje?
O NF Check-in elimina cada um deles — com rastreabilidade completa de ponta a ponta.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
A maioria das construtoras trata a validação de notas como um processo de back-office. As que têm maior margem tratam como governança. Entenda a diferença — e o que está em jogo financeiramente.
Existe uma crença difundida no setor da construção civil de que a validação de notas fiscais é um processo de suporte — algo que o financeiro ou o fiscal resolve. O ERP recebe a nota, o contador assina, e a vida segue.
Essa crença é cara. E mensurável.
Construtoras que tratam o recebimento fiscal como processo estratégico têm algo em comum: controlam com precisão o que pagam versus o que recebem. As que tratam como operacional descobrem o descasamento nas auditorias — quando já é tarde.
Cada nota fiscal que entra no ERP sem validação é um vetor de risco em quatro dimensões:
Preço faturado acima do negociado. Quantidade maior do que entregue. Unidade diferente que passa despercebida na conversão manual. Cada uma dessas situações representa dinheiro que sai da conta da construtora sem correspondência na entrega real. O Three-Way Match existe para isso: pedido, entrega e nota dizendo a mesma coisa.
Classificação CFOP incorreta, NCM errado, alíquota tributária divergente. Em obras de grande porte com centenas de fornecedores, a probabilidade estatística de ter inconsistências que interessam ao Fisco é alta. A Reforma Tributária (IBS/CBS) adicionou novas camadas de complexidade que o processo manual não acompanha.
Notas lançadas erradas geram estorno. Estorno gera novo lançamento. Novo lançamento consome tempo de equipe que deveria estar em atividades analíticas. Esse ciclo de retrabalho é o principal inimigo da produtividade financeira na construção civil.
Quando algo dá errado em uma auditoria interna ou externa, quanto tempo sua equipe gasta reconstruindo o histórico de uma nota? Sem rastreabilidade automática, cada investigação é artesanal — e cada resposta "não sei" é um problema de governança.
O ERP foi projetado para registrar e processar informações. Ele faz isso muito bem. O que ele não faz é questionar a qualidade do dado que recebe. Se entrar errado, fica errado — com toda a credibilidade de um sistema de gestão.
A OnSAC atua como a camada de validação entre os fornecedores e o ERP. Nenhuma nota entra no sistema de gestão sem antes ser validada, auditada e confirmada. O que o ERP recebe já é verdade.
Com o NF Check-in, a equipe financeira para de ser reativamente operacional e começa a ser proativamente estratégica:
Essa inversão — de reativo para proativo — é o que diferencia operações financeiras bem governadas das que vivem apagando incêndio. O passo a passo dessa mudança está no guia de governança fiscal do canteiro ao ERP.
Como está o índice de conformidade fiscal da sua obra hoje?
Se você não sabe responder, o risco é real. Veja como o NF Check-in resolve.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
O Grupo OAD chegou a 98% de lançamentos automáticos. A LBX conectou procurement, recebimento e pagamento em um fluxo único. Entenda as 10 etapas que tornam isso possível.
Em teoria, o processo de recebimento de notas fiscais é simples: a nota chega, é conferida, é lançada no ERP e o título de pagamento é gerado. Na prática, cada uma dessas etapas envolve pessoas, decisões, digitação manual e muitas oportunidades de erro.
O NF Check-in da OnSAC foi desenhado para que o processo de fato funcione como deveria — automaticamente, rastreado e sem depender de ninguém para executar as tarefas rotineiras. O time humano aparece apenas nos três pontos em que julgamento humano é necessário.
Muitas construtoras acreditam que "já são digitais" porque usam o ERP e recebem XMLs. Mas receber o XML por e-mail e lançá-lo manualmente no sistema não é automação — é digitação de outro formato. A diferença está em quem executa cada etapa:
Antes mesmo de o caminhão sair do fornecedor, o NF Check-in já capturou a nota fiscal. O sistema se conecta ao SEFAZ e ao Portal Nacional da NFS-e usando o certificado digital da obra, baixando automaticamente cada NF-e e NFS-e emitida contra o CNPJ da empresa. Zero e-mail. Zero portal de prefeitura. Zero solicitação ao fornecedor.
Em uma fração significativa das notas, o fornecedor não informa o número do pedido de compra. No processo tradicional, isso paralisa o lançamento até que alguém localize o pedido manualmente. No NF Check-in, a IA busca automaticamente o pedido correspondente no ERP usando os dados disponíveis: CNPJ do fornecedor, itens, valores, obra e data. O processo segue sem interrupção.
Com a nota capturada e o pedido localizado, o sistema cruza as informações dos dois documentos e monta um registro completo: obra, centro de custo, fornecedor, itens, valores, impostos. Tudo centralizado em um único lugar, pronto para a validação.
A IA compara a nota fiscal com o pedido de compra campo a campo: preço unitário, quantidade, unidade de medida, CNPJ do fornecedor, obra. Cada divergência é identificada, classificada por tipo e severidade, e encaminhada para o responsável. Nada que não esteja em conformidade segue para a próxima etapa.
Nem todo documento que chega é uma nota de compra. Remessas, devoluções, notas complementares — o sistema identifica automaticamente o tipo de cada documento e o distribui na aba correta. Fim das notas de remessa entrando no fluxo de pagamento por engano.
Este é o primeiro ponto de interação humana — e intencionalmente o único no canteiro. O almoxarife acessa o portal (que funciona offline) e confirma o recebimento físico: o que chegou, em qual quantidade e em qual condição. Essa confirmação é a âncora do Three-Way Match.
No mesmo momento da confirmação, o almoxarife avalia o fornecedor: prazo de entrega, qualidade do material, conformidade com o pedido. Esse histórico alimenta o IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) e apoia decisões futuras de compra — sem planilhas paralelas.
Antes de gerar o título, o sistema exige a anexação dos documentos obrigatórios: boleto, comprovante de entrega, laudos técnicos, contratos. Cada documento é vinculado à nota e ao título, acessível de qualquer lugar a qualquer momento.
O financeiro define o tipo de pagamento de cada parcela: à vista, parcelado, boleto, transferência. Essa definição acontece antes da geração do título, garantindo que o contas a pagar receba a informação correta desde o início — sem corrigir lançamentos depois.
Com as nove etapas anteriores concluídas, o NF Check-in gera o título automaticamente no ERP — Sienge, Mega, Senior, SAP Business One, TOTVS ou MXM. Com todos os dados corretos, todos os documentos anexados e todas as validações realizadas. O financeiro não lança: recebe.
"O processo que antes consumia horas da nossa equipe passou a rodar em segundo plano. O time parou de lançar e começou a analisar." — Grupo OAD, Florianópolis · SC
Após 3 anos com o NF Check-in, o Grupo OAD atingiu 98% de lançamentos processados automaticamente. Os 2% restantes são as exceções que requerem julgamento — e é exatamente para isso que existe o time financeiro.
Qual é o índice de automação do seu processo hoje?
Se for menos de 80%, há espaço para reduzir custo operacional e risco fiscal. Veja como em 30 minutos.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
O Sienge registra. A OnSAC governa. Juntos, cobrem o ciclo inteiro — da cotação no portal de compras até o título gerado no financeiro. Sem digitação. Sem divergência. Sem pagamento indevido.
O Sienge é, para a grande maioria das construtoras brasileiras, o sistema central de gestão. Suprimentos, financeiro, engenharia e obras convergem nele. Mas existe uma lacuna que o Sienge — por design — não fecha: a qualidade do dado que entra no portão da obra.
O Sienge registra o que chega. Não questiona. Não valida. Não confere se o que foi faturado é o que foi entregue. Essa função de governança foi deixada para pessoas — e pessoas cometem erros, principalmente sob pressão, volume e urgência.
Sem uma camada de validação antes do Sienge, o ciclo de erros se repete:
O NF Check-in captura automaticamente todas as notas emitidas contra os CNPJs da empresa, direto do SEFAZ e do Portal Nacional da NFS-e. O time de suprimentos e o almoxarife param de receber XMLs por e-mail e de buscar notas em portais de prefeitura.
Cada nota é confrontada com o pedido de compra no Sienge: preço, quantidade, unidade, fornecedor, obra e centro de custo. Se tudo bate, o processo segue automaticamente. Se há divergência, o sistema bloqueia, notifica o responsável e registra o ocorrido para auditoria.
O pedido foi em m³, a nota chegou em toneladas. O pedido foi em sacos, a nota em pallets. A OnSAC converte automaticamente, garantindo que a comparação seja feita em bases equivalentes — sem que o almoxarife precise fazer esse cálculo de cabeça.
O Sienge sabe o que foi pedido e o que foi faturado. A OnSAC adiciona o terceiro elemento: o que foi efetivamente recebido na obra. Essa conferência tripla — Pedido × Nota × Recebimento — é o que garante que o título de pagamento gerado no Sienge corresponde a uma entrega real e completa.
Para construtoras que usam o Mercado Eletrônico, a OnSAC fecha o ciclo completo: o pedido aprovado no portal é transferido automaticamente para o Sienge (via Integrador de Compras), e o recebimento da nota correspondente é validado pelo NF Check-in. A LBX Construtora opera exatamente assim — do procurement ao pagamento, sem reentrada de dados.
As construtoras que operam com Sienge e OnSAC relatam três mudanças consistentes: redução expressiva do tempo de processamento por nota, eliminação dos estornos por lançamento incorreto e rastreabilidade completa de cada documento desde a emissão até o pagamento. Quem for implantar encontra o caminho no guia de implantação passo a passo.
O Sienge registra o passado com precisão. A OnSAC garante que o presente seja governado. Juntos, entregam o controle que você comprou quando contratou o ERP.
Veja como funciona com o Sienge da sua empresa
Demonstração de 30 minutos com os dados reais da sua operação.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Sienge, UAU, TOTVS e Mega: onde fica cada campo e as armadilhas de propagação que ninguém documenta.
O Protheus e o RM são sistemas robustos. O problema não é o ERP — é o dado que entra nele. A camada de validação da OnSAC existe para que o Protheus e o RM recebam informação correta, auditada e rastreada.
As linhas Protheus e RM da TOTVS sustentam operações complexas no setor da construção e da infraestrutura. São sistemas com profundidade funcional, módulos robustos de suprimentos, financeiro e fiscal — e uma limitação estrutural que todo gestor experiente conhece bem: o sistema confia no que recebe.
Se o dado que entra estiver errado, o TOTVS processa o erro com toda a eficiência que lhe é característica. A nota com NCM incorreto é registrada. O pedido com unidade divergente é lançado. O título com valor equivocado é gerado. Tudo registrado, tudo auditável — e tudo errado.
Para usuários de TOTVS na construção civil, o maior risco não está na configuração do sistema — está no canteiro. O almoxarife recebe materiais, confere visualmente e lança no sistema. Em um dia com 30 entregas, nenhum ser humano consegue manter precisão absoluta em cada conversão de unidade, cada verificação de preço, cada conferência de pedido.
Com 10 obras ativas, isso significa 6.600 oportunidades mensais para o erro contaminar o custo médio, o estoque e o fluxo de caixa no TOTVS.
A OnSAC captura a nota fiscal no momento da emissão pelo fornecedor — antes do caminhão sair. Se o NCM estiver errado, se a alíquota de retenção não bater com o contrato, se o preço for diferente do pedido: a divergência é identificada e comunicada ao responsável antes que o material chegue à obra. Fim dos estornos urgentes no Protheus por nota errada que já foi entregue.
Pedido em m³, nota em toneladas. Pedido em unidades, nota em caixas. Cada construtora tem sua tabela de equivalência — e cada almoxarife tem a sua versão dessa tabela na cabeça. A OnSAC aplica a tabela correta automaticamente, garantindo que o dado que chega ao módulo de suprimentos do TOTVS seja sempre equivalente ao que foi pedido.
O TOTVS sabe o que foi pedido. A SEFAZ sabe o que foi faturado. A OnSAC garante que o que foi fisicamente entregue no canteiro está sendo confirmado e registrado antes do título ser gerado. Se qualquer um dos três não bater, o processo para — e o responsável é notificado com o detalhe da divergência.
Com o IBS e a CBS em fase de implementação, as notas de serviço passaram a exigir controles que o processo manual do TOTVS não consegue sustentar. A OnSAC retém a NFS-e até que a Medição de Obra correspondente seja aprovada pela engenharia. Só então o título é gerado no ERP, a partir de um documento conferido.
A OnSAC não substitui o TOTVS. Não concorre com nenhum módulo do Protheus ou do RM. Ela opera como a camada de entrada — garantindo que o ERP receba dados que já passaram por validação, auditoria e conferência física. A implantação não exige migração de dados nem alteração no TOTVS.
O TOTVS é o motor que move sua construtora. A OnSAC é o filtro que garante que esse motor nunca seja alimentado com combustível contaminado.
Veja como a validação antes do ERP funcionaria na sua operação
30 minutos. Sem migração. Sem interrupção da operação.
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A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Sienge, UAU, TOTVS e Mega: onde fica cada campo e as armadilhas de propagação que ninguém documenta.
O Mega é um dos ERPs mais completos para a construção civil. O custo da obra é decidido pelo dado que entra nele — de qualquer obra, em qualquer canteiro.
O ERP Mega, da Senior Sistemas, é uma escolha consistente entre construtoras que precisam de profundidade funcional: módulos integrados de engenharia, suprimentos, financeiro e contabilidade. Mas toda a capacidade analítica do Mega depende de uma premissa que raramente é questionada: os dados que entram precisam ser corretos.
Na prática, essa premissa é violada todos os dias — no portão da obra, no momento em que o almoxarife recebe um caminhão, confere visualmente e lança no sistema. Com pressão, volume e complexidade, erros acontecem. E o Mega registra cada um deles como verdade.
Para construtoras com obras em múltiplos municípios, a captura de notas fiscais de serviço é um desafio logístico. Cada prefeitura tem seu sistema de NFS-e. Dependendo do fornecedor enviar a nota por e-mail é impreciso. Acessar portais de prefeitura manualmente é inviável em escala.
A OnSAC resolve isso na origem: conecta ao Portal Nacional da NFS-e e captura automaticamente todas as notas de serviço emitidas contra os CNPJs da construtora, em mais de 95% dos municípios, no momento da emissão.
O fornecedor descreve o material de um jeito. O pedido no Mega descreve de outro. "Vergalhão CA-50 D=12,5mm" no pedido; "Aço 12,5 CA-50" na nota. São o mesmo item — mas um sistema sem inteligência não reconhece a equivalência e gera uma divergência falsa.
A IA da OnSAC identifica a equivalência semanticamente e faz a correspondência correta, sem intervenção humana. As divergências que chegam para revisão são as reais — não os falsos positivos por diferença de nomenclatura.
Pedido em m³, nota em toneladas. Pedido em unidades, nota em pallets. O almoxarife que faz essa conversão manualmente, sob pressão, na descarga, comete erros. A OnSAC aplica a tabela de equivalência correta automaticamente, garantindo que o dado que chega ao Mega seja sempre preciso.
A OnSAC opera em quatro camadas antes do dado chegar ao Mega:
O resultado é que o time financeiro não lança notas no Mega. Recebe títulos prontos — com histórico completo de cada etapa percorrida desde a emissão.
Com o IBS e a CBS em fase de implementação progressiva, construtoras com processos de validação manual enfrentarão crescente dificuldade de compliance. A OnSAC já aplica as regras da Reforma nas NFS-e: a nota de serviço só é liberada para o Mega após a aprovação da Medição de Obra pela engenharia. Zero risco de pagar por serviço não executado. Zero risco de pagar por serviço não executado.
Do recebimento do insumo ao pagamento correto. Sempre. Em qualquer obra. Em mais de 95% dos municípios do Brasil.
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30 minutos de demonstração com os dados reais da sua operação.
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A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
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Sienge, UAU, TOTVS e Mega: onde fica cada campo e as armadilhas de propagação que ninguém documenta.
O UAU controla custos, viabilidade e engenharia com precisão. Mas o custo real nasce no portão da obra — e é lá que os dados precisam ser perfeitos para que o planejamento faça sentido.
O ERP UAU, da Globaltec, é um dos sistemas mais completos para o mercado de incorporação e construção civil: controle de viabilidade, orçamento, cronograma, suprimentos e financeiro em uma plataforma integrada. Gestores financeiros e diretores de operações que o conhecem sabem da sua profundidade.
Mas existe uma pergunta que todos eles já fizeram ao menos uma vez: por que o custo real nunca fecha exatamente com o planejado?
Parte da resposta está no portão da obra.
O UAU planeja com dados precisos. O orçamento está correto. O cronograma é realista. O pedido de compra reflete o que foi negociado. Mas no momento em que o caminhão chega ao canteiro e o almoxarife inicia o recebimento, o ciclo de distorção começa:
Cada um desses eventos, individualmente, parece pequeno. Acumulados ao longo de uma obra com 600 notas por mês, formam uma diferença significativa entre o que o UAU mostra e o que de fato aconteceu.
O NF Check-in captura a nota fiscal no momento da emissão pelo fornecedor, antes do material sair do depósito. O preço é confrontado com o pedido no UAU. Se houver divergência, o responsável é notificado com tempo hábil para solicitar a correção — sem pressão de caminhão esperando no portão.
O UAU trabalha com uma tabela de insumos precisa. A OnSAC garante que as notas chegem ao UAU com as quantidades convertidas para a unidade correta do pedido — automaticamente, sem intervenção do almoxarife e sem risco de arredondamento errado.
A OnSAC confirma o recebimento físico no canteiro antes de liberar o título no UAU. Se o fornecedor faturou 100 e entregou 97, o título é gerado por 97. O saldo de pedido no UAU reflete o que foi efetivamente recebido — não o que foi faturado unilateralmente.
Para contratos de mão de obra e serviços, a OnSAC retém a nota de serviço até que a Medição de Obra seja aprovada pela engenharia. O título só é gerado quando há comprovação da execução. Zero pagamento por serviço não realizado. Zero pendência de estorno.
Quando o UAU recebe dados que já passaram por uma camada de validação, o que ele mostra é o que de fato aconteceu. O custo real coincide com o lançado. O saldo de pedido reflete o recebido. O financeiro decide com base em informação verdadeira — não em dado lançado sob pressão no canteiro.
O UAU é o mapa do tesouro da sua obra. A OnSAC é o GPS que garante que o mapa seja atualizado com informações reais, em tempo real, desde o portão.
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Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Sienge, UAU, TOTVS e Mega: onde fica cada campo e as armadilhas de propagação que ninguém documenta.
Pedido de compra, nota fiscal e recebimento físico. Quando os três não conferem, a construtora paga por algo que não recebeu — ou recebe algo que não pagou. O Three-Way Match automático elimina esse risco.
Three-Way Match é o processo de conferência cruzada entre três documentos: o pedido de compra (o que foi negociado e solicitado), a nota fiscal (o que o fornecedor diz que entregou e cobrou) e o recebimento físico (o que realmente chegou na obra). Quando os três são iguais, o pagamento é liberado. Quando há divergência, o processo para.
Parece simples. Na prática, é um dos processos mais negligenciados na construção civil — e um dos que mais custam dinheiro quando não é feito corretamente.
Sem a conferência tripla, o financeiro da construtora depende exclusivamente da nota fiscal para liberar o pagamento. E notas fiscais nem sempre refletem a realidade:
Cada um desses cenários resulta em pagamento indevido, estoque incorreto ou custo lançado no lugar errado. O Three-Way Match é a única forma de fechar esse ciclo com segurança.
O ponto de referência é o pedido registrado no ERP da construtora. O pedido define o que foi negociado: fornecedor, item, quantidade, unidade, preço, obra e centro de custo. Tudo o que vier na nota e no recebimento será confrontado com esses dados.
A OnSAC captura a nota fiscal diretamente do SEFAZ e do Portal Nacional da NFS-e, no momento da emissão. O sistema extrai todos os dados estruturados e os confronta com o pedido: preço unitário, quantidade, unidade de medida, CNPJ, descrição dos itens. Se a nota não bater com o pedido, o processo para — e o responsável é notificado com o detalhe da divergência.
O almoxarife confirma no portal da OnSAC o que foi efetivamente recebido: quantidade, condição e conformidade com o pedido. Essa confirmação, feita no canteiro (com suporte offline), fecha o terceiro elemento da conferência. Sem ela, o título não é gerado — independentemente de a nota estar correta.
Pedido = Nota = Recebimento: o processo segue automaticamente para a geração do título de pagamento no ERP. Sem intervenção manual. Sem aprovação adicional necessária. O financeiro recebe o título pronto — com o histórico completo de cada etapa percorrida.
Qualquer divergência entre os três pontos gera um alerta específico:
Muitas construtoras fazem uma versão manual do Three-Way Match: alguém do financeiro compara a nota com o pedido em planilha. O problema é que esse processo é demorado, suscetível a erro humano e não escala com o volume de obras.
Com a OnSAC, o Three-Way Match é executado automaticamente para cada nota recebida, em segundos, com regras configuradas para a realidade da construtora — e rastreabilidade completa de cada decisão.
Cada título de pagamento gerado pela OnSAC representa uma convergência comprovada entre o que foi pedido, o que foi faturado e o que foi entregue. Não por acidente — por processo.
Veja o Three-Way Match automático em ação
30 minutos de demonstração com o ERP que você já usa.
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A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Saco, barra, milheiro, galão — e de onde vem cada fator. É a conta que decide se a quantidade da nota bate.
Em uma fração significativa das notas fiscais, o número do pedido de compra não está no documento. No processo tradicional, isso paralisa o lançamento. Com o Pedido Reverso, a IA resolve em segundos.
Existe um problema silencioso no processo de recebimento fiscal das construtoras que ninguém gosta de admitir: uma parcela considerável das notas fiscais recebidas não informa o número do pedido de compra correspondente.
O motivo varia. O fornecedor esqueceu de incluir. O sistema de ERP do fornecedor não preenche o campo automaticamente. O pedido foi verbal. A nota cobre mais de um pedido. O número do pedido foi digitado errado no campo da nota.
O resultado é sempre o mesmo: a nota fica parada esperando que alguém do time de suprimentos ou do financeiro localize manualmente qual pedido corresponde àquela entrega. Em obras com alto volume, esse gargalo é diário — e caro.
Pedido Reverso é a funcionalidade da OnSAC que resolve esse problema automaticamente. Quando uma nota fiscal chega sem o número do pedido de compra (ou com o número incorreto), o sistema usa os dados disponíveis na nota para localizar o pedido correspondente no ERP — sem intervenção humana.
O processo é chamado de "reverso" porque inverte a lógica tradicional: em vez de partir do pedido para encontrar a nota, ele parte dos dados da nota para encontrar o pedido.
A nota fiscal é capturada direto do SEFAZ ou do Portal Nacional da NFS-e. O sistema extrai todos os dados estruturados: CNPJ do fornecedor, itens, descrições, quantidades, valores totais, data de emissão, obra de destino e qualquer referência disponível ao pedido.
Com os dados extraídos, a IA consulta o ERP em busca de pedidos compatíveis. A busca considera múltiplos critérios em simultâneo: fornecedor com aquele CNPJ, pedidos em aberto, pedidos parcialmente atendidos, valor total próximo ao da nota, obras correspondentes e datas compatíveis.
Um dos pontos mais críticos é a correspondência de itens quando as descrições são diferentes. A IA analisa semanticamente a descrição dos itens na nota e os compara com os itens do pedido no ERP — reconhecendo equivalências mesmo quando a nomenclatura é completamente diferente.
Quando o pedido correto é identificado com alto índice de confiança, a associação é feita automaticamente e o processo segue. Quando há ambiguidade — por exemplo, dois pedidos igualmente compatíveis — o sistema apresenta as opções ao responsável com os dados que fundamentam cada sugestão, para que a decisão humana seja informada e rápida.
Com a associação feita, o fluxo normal do NF Check-in segue: a nota é confrontada com o pedido localizado, o almoxarife confirma o recebimento físico, e o título é gerado no ERP. O Pedido Reverso é o que garante que o processo não trave na etapa de correspondência.
Com o Pedido Reverso, nenhuma nota fica parada esperando que alguém do suprimentos apareça para dizer qual é o pedido. O sistema localiza. O processo segue. O time foca no que importa.
Veja o Pedido Reverso funcionando com o seu ERP
30 minutos de demonstração. O Pedido Reverso funciona com o ERP que a sua construtora já usa.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
O processo de compras termina no portal. A digitação começa no ERP. Esse gap entre os dois sistemas é onde os erros acontecem e onde o time de suprimentos perde mais tempo. O Integrador de Compras da OnSAC fecha essa lacuna.
Construtoras que adotam portais de procurement — como o Mercado Eletrônico — ganham muito em competitividade: mais fornecedores, processos de negociação estruturados, aprovações rastreadas e melhores preços. Mas existe um problema que a maioria descobre tarde demais: quando o pedido é aprovado no portal, alguém ainda precisa lançá-lo manualmente no ERP.
Campo por campo. Fornecedor, item, quantidade, unidade, preço, obra, centro de custo. Cada informação já existe no portal — e precisa ser redigitada no ERP. É aí que os erros acontecem, os pedidos somem e o time de suprimentos gasta horas em tarefas que não agregam valor algum.
Esse gap entre o portal de cotação e o ERP tem consequências diretas e mensuráveis:
O Integrador de Compras opera como o elo inteligente entre o portal de procurement e o ERP. Quando um pedido é aprovado no portal, a integração é disparada automaticamente — sem que ninguém precise fazer nada.
A integração não move apenas o número do pedido. Ela transfere o conjunto completo de documentos e dados que o ERP precisa para operar com precisão:
Assim que o pedido é aprovado no portal, a integração é disparada. O ERP é atualizado em segundos — sem defasagem, sem versão conflitante, sem pedido que "sumiu no caminho". O financeiro vê o pipeline de compras em tempo real, como ele está de fato, não como estava ontem quando alguém teve tempo de lançar.
Dados mestres desatualizados entre portal e ERP são uma fonte constante de divergência. A OnSAC mantém os cadastros sincronizados: fornecedores, materiais, preços de referência e condições de pagamento. O que existe no portal existe no ERP. O que muda em um lugar é refletido no outro.
A LBX opera o ciclo completo de procurement integrado: cotação no Mercado Eletrônico, aprovação no portal, transferência automática para o Sienge via Integrador de Compras, e recebimento governado pelo NF Check-in. Do processo de cotação até o pagamento do fornecedor, zero digitação manual.
A Otamerica eliminou o processo de relançamento de pedidos entre o Mercado Eletrônico e o MXM. O que antes ocupava horas da equipe de suprimentos passou a acontecer automaticamente. O time de compras passou a focar em negociação estratégica — não em digitação operacional.
A combinação mais poderosa é usar os dois produtos juntos. O Integrador de Compras garante que o pedido chegue ao ERP corretamente desde a aprovação no portal. O NF Check-in fecha o ciclo no momento do recebimento, fazendo o Three-Way Match entre o pedido, a nota fiscal e a entrega física na obra.
O resultado é um ciclo completamente rastreado e governado: da cotação ao pagamento, sem um único campo digitado manualmente, sem uma única divergência passando sem registro.
A integração entre portal e ERP não é uma conveniência — é o que permite que o time de suprimentos seja estratégico em vez de operacional.
Veja como funciona com o portal e o ERP da sua construtora
Mercado Eletrônico com Sienge ou MXM. 30 minutos de demonstração.
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Da cotação no Mercado Eletrônico ao título gerado no Sienge — sem um único campo digitado manualmente. Este é o fluxo que a LBX Construtora opera com a OnSAC. Veja como funciona e o que mudou.
A LBX Construtora, com sede em Maringá (PR), é um dos casos mais completos de integração de procurement e recebimento fiscal na construção civil brasileira. Eles operam com dois produtos da OnSAC de forma integrada: o Integrador de Compras (conectando Mercado Eletrônico ao Sienge) e o NF Check-in (governando o recebimento fiscal do canteiro ao título de pagamento).
O resultado é um ciclo de suprimentos completamente rastreado, sem reentrada de dados e sem pagamento indevido.
Como a maioria das construtoras que usa portais de procurement, a LBX enfrentava um gap crítico entre o Mercado Eletrônico e o Sienge. Quando um pedido era aprovado no portal, o processo de compra estava concluído — mas o trabalho do time de suprimentos no ERP estava apenas começando.
Alguém precisava abrir o Sienge, localizar o fornecedor, criar o pedido de compra campo por campo, inserir cada item com a quantidade correta, vincular à obra e ao centro de custo, e então aguardar a validação do setor financeiro. Com o volume de pedidos da LBX, esse processo consumia horas diárias da equipe — horas que poderiam estar sendo investidas em negociação e análise.
O processo começa normalmente no Mercado Eletrônico: a necessidade é identificada, a cotação é aberta para os fornecedores habilitados, as propostas são recebidas e o fornecedor vencedor é selecionado. Nada muda nessa etapa — o time de suprimentos continua usando o portal da forma como sempre usou.
Quando o pedido é aprovado no Mercado Eletrônico, a OnSAC recebe o evento automaticamente e inicia a transferência para o Sienge. Em segundos, o pedido de compra está no ERP — com todos os dados: fornecedor, itens, quantidades, valores, obra, centro de custo e os anexos da negociação. Sem que ninguém precise fazer nada.
Quando o material chega à obra, o NF Check-in já tem o pedido no Sienge como referência. A nota fiscal, capturada automaticamente do SEFAZ, é confrontada com o pedido: preço, quantidade, unidade, fornecedor e obra. O almoxarife confirma o recebimento físico no portal.
Com os três elementos alinhados — pedido (Sienge), nota fiscal (SEFAZ) e recebimento físico (canteiro) — o título de pagamento é gerado automaticamente no Sienge, com todos os documentos anexados e todas as validações registradas. O guia sobre o que o almoxarife confere no momento da descarga detalha essa etapa.
A mudança mais significativa não foi tecnológica — foi estratégica. O time de suprimentos deixou de ser uma equipe de lançamento de dados e passou a ser uma equipe de análise e negociação. O tempo antes gasto em digitação passou a ser investido em melhorar a base de fornecedores, negociar melhores condições e antecipar necessidades de compra.
Do ponto de vista financeiro, o Sienge passou a refletir o estado real do pipeline de compras em tempo real — sem defasagem entre o portal e o ERP, sem versão conflitante dos dados, sem pedido que "sumiu no caminho".
"A OnSAC conectou o nosso processo de compras ao nosso ERP de forma que nunca imaginamos ser possível sem uma implantação complexa. Em semanas, o fluxo estava funcionando — e nunca mais voltamos ao processo manual." — LBX Construtora, Maringá · PR
Sua construtora usa o Mercado Eletrônico e o Sienge?
Veja em 30 minutos como replicar o mesmo fluxo da LBX na sua operação.
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A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
A Otamerica usava o Mercado Eletrônico para procurement e o MXM como ERP. Entre os dois sistemas, havia um processo manual que consumia horas da equipe de suprimentos todos os dias. A OnSAC eliminou esse processo por completo.
A Otamerica opera no mercado latino-americano com um processo de suprimentos estruturado: o Mercado Eletrônico como plataforma de procurement e o MXM como sistema de gestão. A combinação faz sentido — cada plataforma é referência na sua função.
O problema era o que acontecia entre as duas: cada pedido aprovado no Mercado Eletrônico precisava ser manualmente relançado no MXM. Campo por campo. Fornecedor, item, quantidade, preço, unidade, obra, centro de custo. Um processo repetitivo, suscetível a erro e que consumia horas diárias da equipe de suprimentos.
Na Otamerica, como na maioria das construtoras que operam com portal + ERP, o custo do gap era invisível no orçamento — mas visível no comportamento da equipe. O time de suprimentos chegava cedo para "atualizar o MXM". Reuniões eram adiadas porque "os pedidos ainda não estavam no sistema". Aprovações financeiras eram bloqueadas porque o ERP estava desatualizado em relação ao que havia sido negociado no portal.
Ninguém questionava esse processo — ele era visto como parte inevitável do trabalho. Até a integração com a OnSAC. Essa integração é feita pelo Integrador de Compras.
Quando o fornecedor vencedor é selecionado e o pedido é aprovado no Mercado Eletrônico, a OnSAC recebe o evento em tempo real e inicia automaticamente o processo de transferência para o MXM. O pedido de compra é criado no ERP com todos os dados corretos: fornecedor, itens com as quantidades e preços aprovados, obra, centro de custo e documentos da negociação.
O tempo entre a aprovação no portal e a disponibilidade do pedido no MXM: segundos.
Um dos problemas mais comuns em integrações de portal + ERP é a divergência de dados mestres — fornecedor cadastrado com dados diferentes nos dois sistemas, material com codificação incompatível, condições de pagamento que não correspondem. A OnSAC mantém os cadastros sincronizados, garantindo que o que existe no Mercado Eletrônico exista no MXM com fidelidade.
Cada transferência é registrada com timestamp, usuário responsável pela aprovação no portal e todos os dados do pedido. Se algo precisar ser auditado — um pagamento questionado, uma divergência de estoque — o histórico completo está disponível em segundos, sem precisar consultar dois sistemas separados. Do outro lado do ciclo, o recebimento da nota fiscal é o que o NF Check-in valida.
A mudança mais imediata foi o tempo: a equipe de suprimentos deixou de dedicar horas diárias ao relançamento de pedidos. Mas a mudança mais significativa foi estratégica: com o MXM sempre atualizado em tempo real, as decisões financeiras passaram a ser baseadas em dados corretos e atuais — não em um snapshot de ontem ou de dois dias atrás.
O time de compras parou de ser operacional. Passou a ser estratégico.
"A OnSAC transformou o que era uma tarefa diária de horas em algo que simplesmente acontece. A equipe de suprimentos agora existe para tomar decisões — não para executar lançamentos que o sistema poderia fazer sozinho." — Otamerica
Sua construtora usa o Mercado Eletrônico e o MXM — ou outro ERP?
Veja como integrar os dois de forma automática. 30 minutos de demonstração.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
O Brasil tem 5.570 municípios com sistemas diferentes de NFS-e. A construtora com obras em múltiplas cidades vive correndo atrás de nota de prestador. A OnSAC resolve isso com uma única integração com o Portal Nacional da NFS-e — usando o certificado digital da construtora.
Para a maioria das construtoras, a gestão de notas fiscais de serviço é um processo paralelo, informal e repleto de lacunas. O material tem ERP, pedido de compra, three-way match. O serviço — mão de obra, locação de equipamento, serviço técnico — ainda depende de e-mail do prestador, acesso manual a portal de prefeitura e validação humana que raramente acontece antes do pagamento.
O resultado é previsível: pagamentos por serviços não executados, notas perdidas, atrasos fiscais e ausência de rastreabilidade nas auditorias.
Diferente das notas fiscais de produto (NF-e), que têm um sistema centralizado nacional (SEFAZ), as notas fiscais de serviço historicamente eram emitidas por sistemas municipais fragmentados. Cada prefeitura com seu portal, sua API (quando tinha) e suas regras.
Para uma construtora com obras em São Paulo, Manaus, Florianópolis e Goiânia, isso significava quatro portais diferentes, quatro cadastros, quatro processos manuais — ou dependência total do prestador para enviar a NFS-e por e-mail.
A Reforma Tributária criou a Portal Nacional da NFS-e: um sistema centralizado onde as prefeituras registram as notas de serviço emitidas em seus municípios. A lógica é a mesma do SEFAZ para NF-e — um único ponto de consulta para qualquer nota emitida no país.
Isso foi um avanço significativo. Mas por si só não resolve o problema da construtora: ela ainda precisaria acessar o Portal Nacional da NFS-e, autenticar com certificado digital e fazer consultas periódicas para cada CNPJ de cada obra. Manualmente, ou com uma solução que faça isso automaticamente.
A OnSAC se integra ao Portal Nacional da NFS-e usando o certificado digital A1 da construtora. A partir dessa autenticação, o sistema monitora continuamente a base em busca de notas emitidas contra todos os CNPJs da empresa — obras, filiais, SPEs.
Quando um prestador emite uma NFS-e para a construtora — em um município já integrado — a nota aparece no Portal Nacional da NFS-e. A OnSAC captura automaticamente, extrai os dados estruturados e inicia o processo de governança. Sem e-mail. Sem acesso manual. Sem ligação para o prestador.
Em todos os casos: automaticamente, no momento da emissão, sem que ninguém na construtora precise fazer nada.
Capturar a nota de serviço é apenas o primeiro passo. A OnSAC vai além com o Contrato Reverso — o mecanismo que garante que a NFS-e capturada só seja liberada para pagamento quando existe uma medição aprovada que a ampare.
Diferente dos materiais, onde o Three-Way Match confere Pedido × Nota × Recebimento físico, para serviços o processo é:
A construtora para de confiar na nota do prestador e começa a controlar o pagamento pelo que foi efetivamente medido e aprovado pela engenharia. Esse é o princípio da governança de serviços.
O NF Check-in da OnSAC cobre os três principais documentos fiscais que entram na construtora:
Um único portal. Uma única equipe de validação. Um único fluxo de aprovação e geração de títulos no ERP. A construtora não precisa de processos paralelos para cada tipo de documento.
Com o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) em fase de implementação progressiva, a gestão de NFS-e ficou ainda mais crítica. As regras de crédito sobre serviços são complexas — e só se aplicam quando a nota de serviço está corretamente vinculada a uma prestação comprovada.
A OnSAC verifica, em cada NFS-e recebida, os campos de IBS e CBS que o prestador declarou, antes que a nota chegue ao seu ERP. A equipe fiscal deixa de fechar o mês com documento que ninguém conferiu na entrada.
Sua construtora tem obras em múltiplos municípios?
Veja como a integração com o Portal Nacional da NFS-e funciona com o ERP que você já usa.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Abrir uma obra em um novo estado é uma decisão de negócio. Manter, nela, o mesmo padrão de controle fiscal que a empresa exige em sua sede é uma decisão de governança. As duas raramente acontecem juntas — e é exatamente nessa distância que o risco se acumula.
Há um momento, na trajetória de quase toda construtora bem-sucedida, em que o mapa de operações deixa de caber em uma única cidade. Primeiro é uma obra na região metropolitana. Depois um empreendimento em outro estado, atraído por um terreno, um parceiro local ou uma janela de mercado. Em poucos anos, o que era uma operação concentrada se transforma em uma malha de canteiros distribuídos por regiões com legislações municipais distintas, fornecedores que nunca trabalharam com a empresa antes e equipes de campo que jamais pisaram na matriz.
Hoje, a OnSAC acompanha de perto esse fenômeno: são 13 empresas clientes sediadas em 6 estados brasileiros — Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo — com obras e operações em cerca de 36 cidades. Esse desenho não é uma estatística de catálogo. É a fotografia de um problema concreto que se intensifica a cada novo ponto no mapa.
Quando uma construtora opera em um único polo, a governança fiscal tende a ser, em parte, presencial. O gestor conhece os fornecedores recorrentes, o financeiro reconhece os padrões de nota, e uma divergência incomum chama atenção porque destoa de uma rotina conhecida. Esse controle informal — sustentado por proximidade e memória — funciona razoavelmente bem em pequena escala.
A expansão geográfica desmonta essa lógica silenciosamente. Cada novo estado traz regras municipais próprias para a emissão de NFS-e, fornecedores sem histórico, especificidades de CFOP e um time de campo que precisa receber, conferir e dar entrada em materiais sem o respaldo de quem está na sede. O controle que dependia de proximidade simplesmente não escala. E o que costuma acontecer é previsível: a obra nova opera, por meses, com um padrão de governança inferior ao da matriz — não por decisão, mas por ausência de um mecanismo que replique o controle automaticamente.
Cada praça nova significa fornecedores novos. Sem um histórico de transações, é mais difícil distinguir uma nota legítima de um erro de faturamento ou de uma divergência de preço em relação ao que foi efetivamente negociado. A conferência precisa deixar de depender do conhecimento tácito de quem está na sede e passar a se apoiar em uma regra objetiva: o que está na nota corresponde ao pedido registrado no ERP?
Notas de serviço, em particular, são reguladas município a município. Uma operação em 36 cidades é, na prática, uma operação sujeita a dezenas de prefeituras com regras de emissão diferentes. Correr atrás de cada NFS-e de prestador, em cada município, manualmente, é insustentável — e é exatamente o tipo de tarefa que tende a ser negligenciada quando a equipe local está sobrecarregada com a própria obra.
O recebimento físico — confirmar que o que chegou ao canteiro corresponde ao que foi pedido e faturado — é o elo mais frágil da cadeia quando a obra está longe da matriz. Sem um processo que estruture essa confirmação, o canteiro vira um ponto cego: a empresa paga pela nota, não pelo que recebeu.
O princípio que sustenta uma operação multiestadual saudável é simples de enunciar e difícil de executar: o padrão de controle precisa ser o mesmo em todas as obras, independentemente de onde elas estejam. A obra mais distante da sede deve operar sob exatamente as mesmas regras de validação, conferência e aprovação que a obra ao lado da diretoria.
É aqui que a tecnologia deixa de ser um detalhe operacional e passa a ser a condição da expansão. O Three-Way Match — a conferência cruzada entre pedido de compra, nota fiscal e recebimento físico — não conhece distância: aplica a mesma regra à obra em Cuiabá e à obra em Porto Alegre. A captura automática de notas diretamente do SEFAZ e do Portal Nacional da NFS-e não depende de a equipe local lembrar de buscar o documento. E o Pedido Reverso, quando o fornecedor novo não informa o número do pedido na nota, mantém o processo fluindo sem exigir intervenção de quem conhece o histórico.
O efeito combinado é o que importa para quem dirige a empresa: a décima obra passa a ser governada com o mesmo rigor da primeira. A expansão geográfica deixa de ser um movimento que dilui o controle e passa a ser um movimento que o estende. O guia completo de governança fiscal descreve esse caminho do canteiro ao ERP.
Crescer no mapa é fácil de comemorar e difícil de governar. A pergunta que separa as duas coisas não é "em quantos estados operamos?", mas "o controle que exigimos na sede chega, intacto, à obra mais distante?".
Operar em seis estados não é, em si, uma conquista de governança. É uma exposição. Vira conquista quando a empresa consegue afirmar, com lastro em processo e não em confiança, que o recebimento fiscal de cada uma das 36 cidades segue o mesmo padrão. Essa é a diferença entre uma operação que cresceu e uma operação que escalou.
Sua operação cresceu no mapa. O controle acompanhou?
30 minutos para entender como manter o mesmo padrão de governança fiscal em todas as suas obras.
Ainda não é hora de falar com vendas?
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As duas expressões soam parecidas e costumam ser tratadas como sinônimos. Não são. Uma cuida de quanto a empresa paga de imposto. A outra garante que cada documento que entra na operação corresponde a algo que de fato aconteceu. Construtoras que confundem as duas deixam um flanco inteiro descoberto.
Quando um diretor de construtora ouve a palavra "compliance" associada a fiscal, o pensamento costuma ir direto para o território tributário: apuração de impostos, créditos, regimes, recuperação. É um território importante, bem servido por escritórios contábeis e consultorias especializadas. Mas é apenas metade da história — e, para o caixa da obra, frequentemente não é a metade mais urgente.
Existe uma segunda disciplina, menos discutida e mais negligenciada: o compliance operacional. Ela não pergunta "quanto a empresa deve pagar de imposto sobre esta nota?". Pergunta algo mais elementar e, surpreendentemente, mais difícil de responder no dia a dia: "esta nota corresponde a alguma coisa que a empresa realmente pediu e realmente recebeu?".
A distinção fica clara quando se separa o que cada disciplina protege.
Trata da relação entre a empresa e o fisco. Cuida de que os tributos sejam apurados corretamente, que créditos legítimos sejam aproveitados, que obrigações acessórias sejam entregues no prazo. É retrospectivo por natureza: olha para o que já foi lançado e busca otimizar ou corrigir. Quem domina esse mundo são contadores, tributaristas e consultores fiscais. É também o território afetado pela Reforma Tributária, assunto do guia da Reforma Tributária para construtoras.
Trata da relação entre o documento e o fato. Cuida de que cada nota fiscal recebida tenha um pedido de compra que a justifique, um recebimento físico que a comprove e dados consistentes para entrar no ERP sem distorcer o custo da obra. É preventivo por natureza: age no momento em que o documento chega, antes que o pagamento saia. É aqui que a OnSAC atua — e é importante dizer com todas as letras: a OnSAC não é consultoria tributária, escritório contábil nem empresa de recuperação ou planejamento tributário. É tecnologia de governança do recebimento fiscal.
O problema de tratar as duas disciplinas como uma só é que a empresa acaba investindo pesado em uma e deixando a outra entregue à sorte. Uma construtora pode ter um trabalho tributário impecável — créditos bem aproveitados, obrigações em dia — e, ao mesmo tempo, pagar sistematicamente por materiais que não chegaram na quantidade faturada, lançar custo em centro de custo errado ou liberar títulos contra pedidos divergentes.
Nenhum desses problemas é tributário. Todos são operacionais. E nenhum deles aparece em uma auditoria fiscal tradicional, porque a auditoria fiscal não pergunta se o cimento faturado realmente desceu do caminhão. Ela pergunta se o imposto sobre aquele cimento foi corretamente calculado. A divergência entre o pedido, a nota e o recebimento passa por baixo do radar — e é justamente onde o dinheiro escapa em silêncio, obra após obra.
O compliance operacional não é uma política escrita em um manual. É um processo executado a cada documento. Na OnSAC, ele se materializa em mecanismos concretos:
O resultado é uma afirmação que o compliance tributário, sozinho, nunca consegue fazer: cada título de pagamento gerado representa uma convergência comprovada entre o que foi pedido, o que foi faturado e o que foi entregue.
Nada disso diminui o papel do trabalho tributário. Pelo contrário: o compliance operacional alimenta o tributário com dados limpos. Quando a nota que entra no ERP já passou por uma validação rigorosa de origem, quantidade, preço e recebimento, a apuração de impostos parte de uma base confiável. O contador deixa de corrigir distorções operacionais e passa a fazer o que sabe fazer melhor.
O compliance tributário garante que a empresa paga o imposto certo. O compliance operacional garante que a empresa pagou pela coisa certa. Construtoras que governam de verdade não escolhem entre os dois — reconhecem que são camadas diferentes do mesmo problema.
A pergunta que vale a reflexão, para quem dirige uma construtora, é direta: sua empresa investe em garantir que paga o imposto correto. Investe, com o mesmo rigor, em garantir que paga apenas por aquilo que pediu e recebeu? Se a resposta para a segunda pergunta for "confiamos na equipe e na nota do fornecedor", o flanco operacional ainda está descoberto.
Onde termina o tributário e começa o operacional?
Veja, em 30 minutos, como a OnSAC governa o recebimento fiscal antes de o pagamento sair.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Nesse intervalo o sistema mostra uma realidade que já não existe, e sem nenhum sinal de alerta. Quando alguém finalmente lança, a informação que faria a conferência valer a pena já se perdeu.
O atraso no lançamento de nota fiscal quase nunca aparece como problema nas reuniões de obra. Ele aparece disfarçado de outra coisa: o custo do mês veio abaixo do esperado, o saldo do pedido não faz sentido, o financeiro não sabia daquele pagamento. As três queixas costumam ter a mesma origem, que é o intervalo entre o material chegar no canteiro e a nota entrar no ERP.
Esse intervalo tem causa conhecida e nada misteriosa. Em pico de obra, quem recebe material está descarregando caminhão, e lançar nota é a tarefa que se empurra para depois. Dias passam. Às vezes o suficiente para o material já estar aplicado quando o documento correspondente é finalmente registrado.
A resposta curta é: uma realidade que já não existe. E o desconfortável é que ela não parece errada. Não há alerta, não há campo em vermelho, não há indicação de que falta informação. O sistema mostra com precisão tudo aquilo que recebeu, e o que ele não recebeu simplesmente não está lá.
Vale ser preciso sobre a fronteira: o custo da obra, o saldo do pedido e o estoque são cálculos do ERP, e é assim que deve ser. O que está em jogo aqui é a qualidade e a pontualidade do documento que alimenta esses cálculos.
Há um segundo efeito do atraso, mais silencioso que os números, e ele é o pior dos dois: a memória do recebimento evapora.
No dia da entrega, quem recebeu sabe tudo. Sabe se vieram vinte sacos ou dezenove, se a marca era a especificada, se um volume chegou molhado, se o motorista disse que o restante vinha na semana seguinte. Alguns dias depois, com outras dez entregas no meio, essa pessoa sabe muito menos. Quando a nota finalmente é aberta para conferência, a pergunta sobre se aquilo chegou certo já não tem resposta confiável.
O resultado é previsível. A conferência que sobra é entre a nota e o pedido, dois papéis. A terceira ponta, o que efetivamente entrou, é substituída por uma suposição. E é exatamente aí que a divergência entre pedido, nota e recebimento deixa de ser detectável.
Há um efeito que só aparece quando alguém tenta resolver o atraso pelo caminho mais curto: a mesma nota entrar duas vezes.
Enquanto o documento está pendente, ele existe em mais de um lugar ao mesmo tempo, na fila de quem deveria lançar e na cobrança de quem precisa dele. Basta uma pessoa decidir adiantar o serviço e lançar direto no ERP, num dia de aperto, para o documento passar a ter duas vidas: uma como título gerado, outra como pendência ainda aberta. Em operação com várias obras e mais de uma pessoa autorizada a lançar, isso não é hipótese, é questão de tempo. E o custo não é só arrumar depois: é a chance de o mesmo compromisso ser pago duas vezes.
O tratamento não é proibir o lançamento manual, porque ele vai acontecer de qualquer jeito. É manter a fila sincronizada com o ERP: quando o título é gerado no sistema, a camada de validação recebe essa informação e move a nota para lançada, tirando-a da pendência automaticamente. O documento deixa de estar em dois lugares, e ninguém precisa lembrar de dar baixa na mão.
Este é o ponto que muda a discussão. A reação natural ao atraso é cobrar prazo: definir que a nota precisa ser lançada em até um ou dois dias e acompanhar quem não cumpre. Isso ajuda pouco e costuma durar pouco, porque o motivo do atraso não some com a meta. O canteiro continua tendo dias em que descarregar material é mais urgente do que digitar.
O que de fato acontece quando o lançamento é adiado é que a conferência é adiada junto, porque as duas estão amarradas no mesmo ato. Separar as duas resolve o problema pelo lado certo.
Registrar o que chegou é tarefa de minutos, feita no celular, no momento da descarga, inclusive sem internet no canteiro. Não é lançar nota e não transfere conferência fiscal para quem está na obra: quem recebe confirma que o material pedido chegou, e só. É capturar, enquanto a informação existe, aquilo que só ele sabe.
A NF-e emitida contra o CNPJ da construtora é capturada direto na SEFAZ, e a nota de serviço vem do Portal Nacional da NFS-e, que hoje concentra +95% das prefeituras. O documento passa a existir no processo antes de qualquer pessoa abrir uma tela, o que já elimina a espera pelo envio do fornecedor.
Com a nota capturada na origem e o recebimento confirmado na hora, a comparação com o pedido roda por regra. Preço, quantidade e unidade são conferidos, e o que fecha segue para o ERP como documento já validado. O intervalo não desaparece por disciplina: ele desaparece porque deixou de haver um único gargalo humano no meio do caminho.
O prazo do lançamento é consequência. Enquanto conferir e lançar forem o mesmo ato, adiar um significa adiar o outro, e o custo real do atraso não é a data no sistema: é a conferência que ninguém consegue mais fazer.
Antes de tratar, meça. Compare, num mês de notas de material, a data de emissão de cada nota com a data em que ela foi lançada no ERP. A distribuição costuma revelar duas coisas: que a média engana e que a cauda é o problema, porque são as notas mais atrasadas que concentram divergência não detectada.
Depois, faça a segunda medição, que é a que importa de verdade: em quantos desses casos alguém da obra havia registrado o recebimento antes do lançamento. Se a resposta for baixa, o atraso da sua operação não é de digitação. É de evidência, e evidência perdida não se recupera com prazo. É por isso que a validação acontece antes do ERP, e não depois dele.
Quantos dias separam a entrega do lançamento na sua obra?
Trinta minutos para medir o intervalo e o que ele está escondendo.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
O almoxarife recebe, o administrativo confere, o fiscal lança e o financeiro paga. Em nenhum desses pontos alguém aprovou, com nome e hora. Sem alçada não há rastreabilidade, e sem rastreabilidade a auditoria vira arqueologia.
Peça a uma construtora que aponte quem faz a aprovação de nota fiscal de material de obra e a resposta costuma vir em forma de lista de pessoas: o almoxarife recebe, o administrativo de obra confere, o fiscal lança, o financeiro paga. Quatro etapas, quatro responsáveis, um fluxo aparentemente completo.
Falta uma coisa nessa lista, e é justamente a que o nome do processo sugere. Ninguém aprovou. Houve recebimento, houve conferência, houve lançamento e houve pagamento. A decisão de assumir que aquele documento representa um gasto legítimo daquela obra nunca foi tomada por alguém identificável, num momento identificável.
As duas palavras são usadas como sinônimo na rotina e significam coisas diferentes.
Conferir é comparar. É verificar se o que está na nota corresponde ao pedido e ao que chegou. É uma operação sobre dados, e pode ser feita por regra: preço contra preço, quantidade contra quantidade, unidade contra unidade.
Aprovar é assumir. É alguém dizer, com o próprio nome, que aquele gasto era esperado, era daquela frente de serviço e pode virar título a pagar. Não é comparação, é responsabilidade, e por isso não pode ser terceirizada para uma regra.
Quando as duas viram uma coisa só, o que acontece na prática é que a conferência absorve a aprovação e ninguém percebe. A nota bateu com o pedido, então foi lançada, então será paga. Em nenhum ponto alguém precisou concordar.
Esse vão existe por um motivo geográfico simples: as duas pontas não se veem. Quem recebeu o material está no canteiro e conhece o contexto da entrega. Quem vai pagar está na sede e conhece o contrato, o fluxo de caixa e o histórico do fornecedor. A informação de cada um resolve exatamente aquilo que o outro não consegue avaliar.
No meio, sem uma aprovação formal, o que trafega é confiança. Funciona bem enquanto a operação é pequena e as mesmas pessoas se falam todo dia. Deixa de funcionar quando a construtora abre a terceira obra, a quinta, ou a primeira em outro estado, e as pessoas passam a decidir sobre entregas que nunca viram.
O sintoma é sempre o mesmo, e aparece no fechamento: uma nota de valor relevante, apropriada a uma obra, sem que ninguém consiga dizer quem autorizou aquilo. A resposta que sobra é a mais desconfortável do vocabulário de gestão, que é dizer que sempre foi assim.
Uma alçada útil é bem mais simples do que a palavra sugere. Ela precisa responder a quatro perguntas e guardar as respostas.
Repare que a quarta pergunta depende das três anteriores terem sido resolvidas por regra. Pedir aprovação sem oferecer evidência produz aprovação automática, que é pior do que nenhuma: cria a aparência de controle sem o controle. Por isso a comparação entre pedido, nota e recebimento vem antes da alçada, e não depois.
Aqui vale distinguir três atos que costumam ser empilhados numa pessoa só.
Quem está no canteiro confirma o recebimento. Ele não precisa saber converter metro cúbico em saco, avaliar condição de pagamento ou julgar preço unitário. Ele precisa saber de uma coisa, que é a única que ninguém mais na empresa consegue saber: o material que foi pedido chegou. Cobrar dele a conferência fiscal transfere uma responsabilidade que não é dele e produz o resultado previsível, que é nota parada e erro assinado por quem não podia decidir.
A conferência documental é da regra, executada antes de a nota chegar ao sistema. E a aprovação é de quem responde pela obra ou pelo contrato, com valor e alçada definidos. Três atos, três lugares, nenhum deles ocupando o espaço do outro.
A objeção previsível a qualquer aprovação formal é que ela vai atrasar o processo. É uma preocupação legítima, e a resposta está em onde a alçada é colocada.
Alçada aplicada a todas as notas é burocracia e será contornada em três meses. Alçada aplicada ao que a regra não conseguiu fechar é governança, e ela é pequena por construção. Quando preço, quantidade, unidade e recebimento foram validados automaticamente, a maior parte das notas segue sem tocar em ninguém, e o que chega para decisão humana é o que realmente exige decisão humana: a divergência relevante, o item fora do padrão do pedido, o gasto que muda a natureza da compra.
Há um segundo desenho que também funciona, e é comum em obra distante: aprovação por valor. Notas abaixo de um limite definido seguem automaticamente quando a validação fecha; acima dele, o gestor da obra confirma. O limite é decisão da construtora, o mecanismo é o mesmo, e o registro também.
Aprovação sem registro não é aprovação, é hábito. E hábito não se audita, não se transfere para quem entra no lugar e não sobrevive à primeira obra fora do estado.
É na auditoria, interna ou externa, que a ausência de alçada cobra a conta inteira. A pergunta que sempre vem é uma variação de por que esta nota foi paga. Sem registro de aprovação, respondê-la vira trabalho de arqueologia: procurar e-mail, lembrar conversa, reconstruir intenção a partir de indícios. Com registro, ela é uma consulta.
Isso vale além do auditor. Vale para o gestor que assume uma obra no meio do caminho, para a construtora que precisa justificar custo em contrato com medição, e para qualquer situação em que a empresa precisa provar que o dinheiro saiu contra algo que aconteceu. Essa prova é compliance operacional, e não compliance tributário: o contador cuida de quanto se paga de imposto; a alçada cuida de garantir que a despesa existiu.
O ponto de partida não é escolher ferramenta, é escrever a regra. Definir quem aprova o quê, a partir de qual valor, com base em qual evidência, e o que acontece quando a pessoa está de férias. Uma página resolve.
Feito isso, a pergunta seguinte é operacional, e ela decide quase tudo. Se a aprovação acontecer depois do lançamento, ela aprova algo que já virou título e já virou custo apropriado, e o valor dela cai muito: vira ciência, não decisão. Se acontecer antes, na camada de validação entre o fornecedor e o ERP, ela decide de fato, e o documento chega ao sistema já aprovado, com o nome e a hora colados nele. A recepção de notas deixa de ser uma esteira que empurra papel e passa a ser um lugar onde alguém responde pelo que passa.
Sua construtora consegue dizer quem aprovou cada nota?
Trinta minutos para desenhar a alçada com a realidade das suas obras.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Valor, quantidade ou unidade fora do pedido não é acidente raro: é rotina de obra com volume. O erro não é a divergência existir, é ela aparecer no fechamento em vez de na entrega.
O caminhão foi embora, o material está no canteiro e a nota não bate com o pedido. O valor veio maior, a quantidade veio menor ou a unidade não é a mesma que está no cadastro do insumo. A divergência entre nota fiscal e pedido de compra costuma ser tratada como incidente do dia, resolvida no telefone com o fornecedor, e esquecida até a próxima.
Ela não é incidente. Em obra com volume, é rotina estatística, e há um indício claro disso vindo de quem menos teria interesse em dramatizar o assunto: a documentação de implantação do Sienge lista o percentual de NF-e com divergência entre os indicadores a acompanhar no uso diário. Percentual de acompanhamento é a definição de algo recorrente. Ninguém cria indicador para acidente raro.
Se é rotina, o erro não é a divergência existir. O erro é ela ser descoberta no fechamento, quando o título já foi gerado, e não na entrega, quando ainda havia o que fazer.
O pedido registrou um preço unitário e a nota veio com outro. Reajuste aplicado sem aviso, tabela nova, frete embutido no item em vez de destacado. A diferença por unidade parece pequena e por isso passa. Multiplicada pela carga de um caminhão, e repetida ao longo de uma obra, ela deixa de ser pequena.
O pedido era de cinco, a nota trouxe três. Pode ser entrega parcial combinada, e nesse caso o saldo do pedido continua aberto e está tudo certo. Pode ser falta de produto no fornecedor, mudança de escopo ou faturamento adiantado de algo que ainda não saiu. Os três cenários se parecem quando se olha só o papel, e se diferenciam quando se olha o que entrou no canteiro.
Esta é a mais traiçoeira, porque não parece divergência: parece conversão. O cimento é vendido em saco e comprado em unidade. O ferro é pedido em barra e faturado em quilo. A tinta vem em galão e o pedido está em litro. Some a isso a descrição, que raramente é igual nos dois documentos, porque cada fornecedor nomeia o item do seu jeito e às vezes quebra em linhas que o pedido tratava como uma só.
Quando a conversão é feita de cabeça e a equivalência de descrição é decidida no olho, o erro entra sem alarme e contamina de uma vez o custo unitário, o consumo apropriado e o saldo do pedido. Vale notar que esta dor não é de um sistema específico: centrais de ajuda de ERPs concorrentes têm artigos quase idênticos sobre conversão de unidade na entrada da nota, o que mostra que o problema é do ciclo, e não do produto.
Enquanto a nota não foi lançada, a divergência é uma conversa. Depois que ela foi lançada, é um encadeamento.
É por isso que a correção tardia consome mais gente do que a prevenção. Um desvio encontrado na entrega envolve duas pessoas e um telefonema. O mesmo desvio encontrado no fechamento envolve fiscal, compras, financeiro e obra, todos reconstruindo uma decisão que ninguém registrou na hora.
Vale ter os quatro caminhos escritos antes de precisar deles, porque o pior momento para definir política é o momento em que o caminhão está no portão.
A pergunta prática não é o que fazer com a nota divergente, é quando descobrir que ela é divergente. Comparar pedido, nota e recebimento físico é uma conferência conhecida e tem nome: se você quer entender o mecanismo em detalhe, o Three-Way Match explicado passo a passo cobre o assunto por inteiro.
O que interessa aqui é o momento. Feita na mão, essa comparação só fecha quando alguém tem tempo de fechá-la, e o tempo costuma aparecer depois do lançamento. Feita por regra, na camada de validação antes do ERP, ela fecha na chegada do documento: preço, quantidade e unidade são comparados com o pedido, e a confirmação de quem está na obra diz o que realmente entrou. Um detalhe importante sobre esse papel: quem está no canteiro confirma que o material pedido chegou, não confere a nota. A conferência documental é da regra.
Sobre a conversão de unidade, a ressalva honesta: ela funciona quando as unidades de movimentação estão cadastradas no ERP, com os fatores de conversão. Esse cadastro é da construtora, e ele é o degrau que separa uma regra que resolve de uma regra que fica caindo em exceção.
A diferença aparece na fila. Sem validação prévia, o time abre todas as notas para achar as poucas com problema. Com validação prévia, ele recebe só as que não fecharam, cada uma com o desvio já nomeado: preço acima do pedido, quantidade menor que a faturada, unidade divergente do cadastro. A pessoa entra na história já sabendo o que decidir.
Nenhum ERP valida a origem do dado que recebe. Ele registra com fidelidade o que lhe entregam. A divergência não é falha de registro: é falha de conferência, e conferência tem hora certa, que é antes.
Antes de mudar processo, meça. Pegue as notas de material de um mês e responda a três perguntas: em quantas o preço unitário diferiu do pedido, em quantas a quantidade faturada diferiu da recebida e em quantas houve conversão de unidade. Depois responda a uma quarta, que é a que dói: quantas dessas divergências foram descobertas antes do lançamento.
Se a resposta da quarta pergunta for baixa, o problema da sua operação não é a quantidade de divergência. É o momento em que ela aparece. Vale também olhar os erros mais caros no lançamento de notas fiscais, porque vários deles começam exatamente como uma divergência que ninguém tratou a tempo.
Suas divergências aparecem na entrega ou no fechamento?
Trinta minutos para medir isso com as notas reais da sua operação.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Saco, barra, milheiro, galão — e de onde vem cada fator. É a conta que decide se a quantidade da nota bate.
Automatizar não é digitar mais rápido. É tirar do caminho as quatro decisões manuais que fazem a nota parar: achar o pedido, conferir a unidade, conferir o preço e confirmar que o material chegou.
Quem procura automatizar o lançamento de nota fiscal normalmente começa pelo lugar mais visível do problema: a digitação. É compreensível. Cadastrar uma nota de compra na mão, em qualquer ERP, pede tipo de documento, número, série, fornecedor, empresa, datas, obra, insumo, quantidade, unidade, preço, descontos, centro de custo, apropriação e as parcelas do título. É muita tela para um documento só.
Só que digitação é a parte barata. O tempo real do processo não está no teclado, está nas paradas. Automatizar o lançamento de nota fiscal, feito direito, é eliminar as paradas, não acelerar a digitação.
Observe uma nota atravessando o processo e conte quantas vezes ela para esperando uma pessoa decidir alguma coisa. A conta costuma dar quatro.
Essas quatro paradas explicam por que o lançamento demora mesmo quando o time é bom. Não é falta de velocidade: é excesso de decisão manual empilhada num ponto único do processo.
As quatro decisões acima têm uma característica em comum: todas são comparações entre dados que a construtora já tem. Isso as torna automatizáveis, e é o que uma camada de validação antes do ERP faz.
A NF-e é capturada direto na SEFAZ, no momento em que é emitida contra o CNPJ da construtora. A nota de serviço vem do Portal Nacional da NFS-e, que hoje concentra +95% das prefeituras, o que resolve o caso clássico do prestador de outro município que nunca envia o arquivo e onde a construtora não tem cadastro para buscar. Ninguém precisa perseguir anexo em e-mail.
Quando o número do pedido não veio na nota, a correlação é feita pelo conteúdo: fornecedor, itens, quantidades e valores são comparados com os pedidos em aberto até o correspondente aparecer. É o Pedido Reverso, e ele existe justamente porque essa era a parada mais longa.
Quantidade, unidade de medida e preço unitário são comparados com o pedido automaticamente. Vale a ressalva honesta: a conversão automática de unidade depende de as unidades de movimentação estarem cadastradas no ERP, e esse cadastro é da construtora. Feito isso, o que uma pessoa faz olhando linha por linha, e às vezes deixa passar, a regra faz sempre igual.
A confirmação do canteiro é registrada no celular, inclusive sem internet, e fecha a comparação entre pedido, nota e recebimento. Note o limite do papel: quem está na obra confirma que o material pedido chegou, não confere a nota. Sem essa terceira ponta, automatizar seria apenas registrar mais rápido aquilo que ninguém verificou.
Quando as quatro etapas fecham, a nota entra no ERP já conferida e o título é gerado sem intervenção. No Grupo OAD, 98% dos lançamentos acontecem assim, sem toque humano.
Automação honesta precisa dizer onde para. Três situações continuam sendo decisão de gente, e a razão é sempre a mesma: elas não são comparação de dados, são política da empresa.
E vale marcar o que está fora do escopo desta conversa: apuração de tributo, obrigação acessória e a nota que a construtora emite continuam com o time fiscal e com o contador. O que se automatiza aqui é a verificação da nota que a construtora recebe, antes de ela entrar no ERP.
Este é o ponto que separa uma automação que dura de uma que é abandonada em seis meses. Num processo manual, tudo é exceção, porque toda nota passa pelas mesmas quatro paradas. Num processo validado antes, a exceção é só o que não fechou.
A diferença prática é grande. O time deixa de trabalhar por fila de entrada e passa a trabalhar por fila de pendência. Em vez de abrir cem notas para achar as sete que têm problema, ele recebe as sete, cada uma com o desvio já nomeado: preço acima do pedido, quantidade menor que a faturada, unidade divergente do cadastro. A pessoa entra no processo já sabendo o que decidir, e o ofício fiscal é gasto onde ele vale.
Automatizar não é fazer a máquina digitar. É fazer a máquina decidir tudo o que é comparação, para que a pessoa decida só o que é julgamento.
Uma dúvida comum de quem está em implantação de ERP, ou terminou uma há pouco, é se automatizar o lançamento significa mexer no que acabou de ser configurado. Não significa. A validação acontece antes, numa camada própria, e o ERP recebe o documento pronto: o título é gerado nele, o custo é apropriado nele, o registro é dele.
Em produção hoje, o NF Check-in roda sobre Sienge e MXM, e 11 dos 13 clientes da OnSAC usam o produto. O Go-Live acontece em 7 a 8 semanas.
Se a sua construtora está avaliando por onde começar, comece medindo as quatro paradas. Quantas notas chegam sem o pedido informado, quantas exigem conversão de unidade, quantas divergem em preço ou quantidade e quantas são lançadas sem que ninguém do canteiro tenha confirmado a entrega. O tamanho dessas quatro filas é o tamanho do ganho disponível.
Quanto do seu lançamento ainda é decisão manual?
Em trinta minutos mapeamos as quatro paradas com os números da sua operação.
Ainda não é hora de falar com vendas?
A página do NF Check-in mostra a jornada inteira, da captura da nota até o título gerado no ERP, sem que você precise falar com ninguém.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números — e a maioria das construtoras nunca fez essa multiplicação.
Dar autonomia ao canteiro parece arriscado. Centralizar tudo parece seguro. As duas leituras partem da mesma suposição: a de que a nota é conferida no momento em que é lançada.
A entrada de notas fiscais na obra divide construtoras do mesmo porte em dois campos opostos. De um lado, quem concentra o lançamento num time fiscal ou num centro de serviços compartilhados. Do outro, quem quer dar autonomia para o administrativo de obra e para o almoxarifado. As duas escolhas têm defensores experientes, e a mesma empresa costuma trocar de lado a cada dois ou três anos sem que o problema de fundo mude.
A discussão é conduzida como se houvesse uma resposta certa. Não há. O que existe é uma suposição escondida nos dois lados do debate, e é ela que precisa ser desmontada antes de a decisão fazer sentido.
Centralizar e descentralizar parecem opostos, mas partem do mesmo pressuposto: o de que a nota é conferida no momento em que é lançada. Quem centraliza confia na conferência porque ela fica nas mãos de poucas pessoas treinadas. Quem descentraliza aceita perder um pouco dessa conferência em troca de velocidade. Ninguém questiona que conferir e lançar sejam o mesmo ato.
É aí que a conversa trava. Enquanto conferir e lançar forem a mesma coisa, escolher quem lança é escolher quem confere, e a decisão vira um cabo de guerra entre controle e velocidade que nenhum dos dois lados ganha de verdade.
Vale olhar o que de fato está sendo decidido quando alguém dá entrada numa nota de material:
Quatro dessas cinco decisões são comparações entre dados que a construtora já tem. A quinta é a única que exige presença física. Nenhuma delas é, em si, conhecimento fiscal: são conferências operacionais, que dependem de saber o que foi comprado, o que foi combinado e o que chegou.
Isso reposiciona o debate, mas não do jeito que parece. Não significa que qualquer pessoa da obra possa assumir a conferência. Significa que a maior parte do trabalho é mecânica o bastante para não precisar de gente nenhuma.
Centralizar entrega padronização real. Um time só, com um critério só, produz lançamentos parecidos entre si, e isso vale muito quando a construtora opera em mais de um estado e precisa que a obra de Curitiba e a de Vitória contem a mesma história no fechamento.
O que a centralização não resolve é a distância entre quem lança e o material. Quem está no escritório não viu a descarga. Ele confere a nota contra o pedido, o que é metade do trabalho, e assume que o que está na nota chegou. Quando a divergência é entre a nota e a entrega, e não entre a nota e o pedido, o modelo centralizado não tem como perceber.
Há ainda o efeito de fila. Toda nota de toda obra passa por um funil único de capacidade fixa. Em pico de obra o lançamento atrasa, e o custo aparece no sistema dias depois de o material já estar aplicado.
O argumento a favor de descentralizar é bom: quem recebeu o material é quem sabe se ele chegou completo, se veio quebrado, se a quantidade bate. Aproximar a decisão da informação é logicamente correto, e é por isso que a ideia volta sempre.
A objeção contra também é boa, e ela vem justamente de quem já tentou. Transferir a conferência da nota para um auxiliar de almoxarifado é transferir uma responsabilidade grande para alguém que não tem, e não deveria precisar ter, proficiência fiscal. Conferir pedido, forma de pagamento, CNPJ, unidade e preço é ofício. Quem passa o dia descarregando caminhão não vai adquirir esse ofício por decreto, e cobrar isso dele produz duas coisas previsíveis: nota parada e erro assinado por quem não podia decidir.
Essa objeção não é um obstáculo cultural que se resolve com treinamento, e nenhuma plataforma a faz desaparecer. Ela é estrutural, e qualquer proposta que a ignore vai encalhar na primeira obra.
É aqui que a discussão finalmente sai do lugar, e a saída é uma separação de papéis que quase nunca está escrita.
O almoxarife não precisa saber converter metro cúbico em saco. Ele não precisa avaliar CFOP, condição de pagamento ou preço unitário. Ele precisa saber de uma coisa só, que é justamente a única que ninguém mais na empresa consegue saber: o material que foi pedido chegou. Quantidade, estado, dia. Um registro de minutos, feito no celular no momento da descarga, funcionando inclusive sem internet no canteiro.
A conferência fiscal e documental continua fora do canteiro. Ela não volta para o time fiscal como digitação, porém: ela vira regra, executada antes de a nota chegar ao sistema. É essa separação que torna a pergunta sobre centralizar ou descentralizar menos perigosa do que ela parece.
Três coisas precisam estar resolvidas antes de a nota tocar o ERP.
Boa parte das notas chega sem o número do pedido preenchido, porque quem preenche esse campo do XML é o emissor, não o destinatário. Procurar o pedido na mão é o gargalo mais silencioso do processo. Quando o pedido é localizado automaticamente pelos itens, e não pelo número, essa decisão sai da mesa de quem lança. É o que faz o Pedido Reverso.
A comparação item a item entre o que foi pedido e o que foi faturado é trabalho mecânico e não deveria depender de atenção humana em tela. Preço acima do negociado, quantidade faturada maior que a entregue e unidade de medida diferente da do cadastro são desvios que uma regra encontra sempre, e que um operador cansado encontra às vezes. A conversão automática entre unidades depende de as unidades de movimentação estarem cadastradas no ERP, e esse cadastro é da construtora.
Esta é a ponta que só existe no canteiro, e é a única que a obra assume. A comparação entre pedido, nota e recebimento físico só fecha quando alguém na obra confirma o que entrou.
Com as três validações resolvidas antes, a pergunta sobre quem lança perde o peso que tinha. Descentralizar deixa de significar abrir mão de critério, porque o critério não está mais na pessoa. Centralizar deixa de significar cegueira sobre a entrega, porque a confirmação do canteiro chega junto com o documento.
Na prática, a maioria das construtoras acaba num desenho misto e passa a defendê-lo com tranquilidade: a obra confirma o recebimento, a validação roda por regra, e o lançamento fica com quem tem a competência para responder pelo que sobra. A escolha volta a ser o que sempre deveria ter sido, uma questão de organização interna, e não uma aposta sobre onde o erro vai doer menos.
É esse deslocamento que a camada de validação do NF Check-in torna possível. Hoje, 11 dos 13 clientes da OnSAC usam o produto, e os 11 rodam sobre o Sienge. O ERP continua sendo o dono do registro, do título e do custo. O que muda é a qualidade do documento que chega até ele.
Nenhum ERP valida a origem do dado que recebe. Ele registra com fidelidade o que lhe entregam, e faz isso muito bem. Decidir quem entrega sem decidir o que é conferido antes é escolher onde o erro vai entrar, não se ele entra.
Antes de escolher entre centralizar e descentralizar, responda três perguntas com números da própria casa: quantas notas entram por obra, quantas chegam sem o pedido informado e quanto tempo passa entre receber o material e lançar a nota.
Se as respostas mostrarem fila, retrabalho ou dependência de uma pessoa específica, o problema não está em quem lança. Está no que ninguém conferiu antes.
Quer ver como fica a nota que chega já conferida?
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Mostre como a sua operação funciona hoje. Mostramos o que a OnSAC pode mudar.
"A OnSAC é a camada de validação entre os fornecedores e o ERP."
"Automação sem governança apenas acelera erros. A OnSAC entrega os dois."
"Mais importante do que pagar rápido é pagar corretamente."
Retornamos em até 24h úteis.
Michael Moreira ou nossa equipe comercial entrarão em contato.
Algumas respostas que podem ajudar antes da nossa conversa.
Quatro perguntas. A conta usa só os seus números — nenhuma média de mercado, nenhuma estimativa nossa.
Abrir, checar pedido, quantidade, CFOP e lançar.
Salário + encargos ÷ horas trabalhadas.
Os capítulos que aparecem nas notas de uma obra — cimento, aço, cerâmica, elétrica, esquadria, hidráulica. Busque por código ou por nome do material.
Carregando a tabela oficial…
O NF Check-in confere o NCM de toda nota que chega, contra o pedido de compra, antes de ela entrar no ERP — junto com CFOP, quantidade, preço e alíquota. É a mesma conferência que você acabou de fazer no braço, rodando sozinha em cada documento.
Oito dígitos decidem a tributação do item. Hoje o erro custa retrabalho; com IBS e CBS, passa a custar crédito perdido. E existe uma norma que já obriga o comprador a conferir.
O NCM não descreve a mercadoria por gentileza. Ele determina o tratamento tributário — alíquota, regime de substituição, benefício fiscal, enquadramento em lista de exceção. Trocar um dígito não troca o nome do produto na nota: troca o imposto que incide sobre ele.
Numa construtora isso acontece centenas de vezes por mês. Cada nota de cimento, aço, argamassa, tubulação, esquadria e equipamento chega com um NCM que alguém do outro lado digitou — e que quase ninguém confere.
Quando a classificação fiscal do insumo está errada, o crédito aproveitado pelo comprador é passível de glosa na fiscalização. O crédito está amarrado à natureza da operação e à classificação correta do bem: se a classificação cai, o crédito cai junto.
O regime de ST é definido por NCM. Um código errado pode significar substituição não retida onde deveria, ou retida onde não cabia. Nos dois casos a diferença aparece depois — e aparece com juros.
A informação escriturada não bate com a operação real, e essa inconsistência viaja para as obrigações acessórias.
Este é o que ninguém vê no mês, mas vê no fechamento. O item entrou no ERP com tributação errada, então o custo apropriado àquele centro de custo está errado desde o primeiro dia — e a margem daquela obra específica foi contaminada sem que ninguém tenha errado uma conta.
Aqui está o ponto que muda a conversa.
O artigo 203 do RICMS/SP estabelece que o destinatário da mercadoria é obrigado a exigir documento fiscal com todos os requisitos legais — e que, se o fornecedor se recusar a preencher a nota com o NCM correto e a respectiva tributação, o destinatário deve recusar o recebimento.
Vale reler, porque a inversão é grande: conferir a nota que chega não é zelo administrativo. É obrigação de quem recebe. E o comprador que aceita e escritura uma nota errada pode responder solidariamente, por interesse comum no fato gerador.
A maior parte das construtoras trata a conferência da nota recebida como tarefa de apoio, que se faz quando sobra tempo. Ela é, na letra da norma, uma obrigação de quem compra.
Este é o divisor.
Hoje, NCM errado custa principalmente tempo: alguém descobre, pede a carta de correção, refaz o lançamento, ajusta o custo. Caro em hora-homem, mas absorvível.
Com IBS e CBS, insumo como cimento, aço e serviço de terceiro gera crédito sempre que o tributo vier destacado corretamente na nota. E aí a conta inverte: nota errada não gera retrabalho, gera crédito perdido. Dinheiro que a construtora tinha direito de recuperar e não recupera, todo mês, em cada nota errada que passou.
O trabalho de conferir a nota recebida sai do administrativo e entra no resultado.
E o tamanho do problema não é hipotético. Num levantamento da V360 — o Termômetro do Crédito IBS/CBS, publicado pela Agência Brasil em julho de 2026 — 35,8% de cerca de 139 mil fornecedores analisados preenchiam IBS e CBS corretamente. O restante estava errado, incompleto ou em branco.
Três características do setor se somam:
Não é conferir mais. É conferir antes — antes de a nota entrar no ERP, porque depois que entrou o erro já virou custo apropriado, já virou escrituração e já virou crédito perdido.
A pergunta prática para a sua operação é simples e desconfortável: das notas que entraram no seu ERP no mês passado, quantas tiveram o NCM conferido contra o pedido de compra?
Se a resposta for "não sei", é a mesma da maioria — e é exatamente por isso que a reforma vai separar quem se preparou de quem não se preparou.
Tabela oficial do Siscomex, filtrada nos 18 capítulos que aparecem em nota de construtora. Busque por código ou pelo nome do material.
Sienge, UAU, TOTVS e Mega: onde fica cada campo e as armadilhas de propagação que ninguém documenta.
O fornecedor fatura em saco, a obra controla em quilo. O que liga as duas é o fator de conversão — e é ele que decide se a conferência de quantidade funciona.
O campo de unidade comercial da NF-e (uCom) é de livre escolha da empresa emitente — não existe tabela oficial que o restrinja. Só a unidade tributável (uTrib) é padronizada, e essa sim tem tabela oficial por NCM.
Quando o fornecedor manda SC e o seu cadastro diz KG, ninguém errou: a SEFAZ valida apenas a unidade tributável. A ponte entre as duas é sua, e ela se chama fator de conversão.
A métrica padrão do insumo. Só existe uma.
As variações que aparecem na nota, cada uma com o seu fator.
Errar o fator não produz erro visível. Produz quantidade certa com número errado — e isso contamina de uma vez o custo unitário, o consumo apropriado à obra e o saldo do pedido de compra.
Leia a coluna "o que define". Só um destes fatores vem de norma técnica. Os outros são prática comercial, variam por fabricante e por especificação — e precisam ser confirmados na nota do seu fornecedor antes de virar cadastro. Fator sem origem é chute, e chute no cadastro de insumo vira quantidade errada no ERP.
O NF Check-in compara a quantidade da nota com a do pedido aplicando o fator cadastrado — em cada documento, antes de ele entrar no ERP. Junto com NCM, CFOP, preço e alíquota.
Entre a nota chegar e o título nascer existe uma fila. Enquanto ela anda, o prazo corre — e o protesto da duplicata não é escolha do fornecedor: é exigência da lei que ele cumpre.
A nota chega. Vai para o e-mail de alguém, para a pasta do almoxarife, ou para a mesa de quem estava no canteiro naquele dia. Fica ali esperando conferência: bate com o pedido? A quantidade recebida é essa? A unidade é a mesma do cadastro?
Enquanto ela espera, o título não existe. E título que não existe não entra na previsão de desembolso, não aparece no contas a pagar, não é visto por ninguém do financeiro. O compromisso é real, o prazo está correndo, e a empresa não sabe que ele existe.
Trinta dias depois do vencimento, ele existe — no cartório.
Esta é a parte que muda a leitura do problema.
Para duplicata sem aceite — que é a forma da imensa maioria das notas de fornecimento — o protesto não é uma escalada agressiva. Ele é condição de exequibilidade: sem o título protestado por falta de pagamento, o fornecedor simplesmente não pode ajuizar a execução.
E há prazo. O credor que não protesta a duplicata em até trinta dias do vencimento perde o direito de regresso contra endossantes e avalistas.
Junte as duas coisas: o fornecedor que quer preservar o próprio direito é obrigado a protestar, e obrigado a fazer isso rápido. Ele não está sendo duro com a construtora — está cumprindo o procedimento que a lei exige dele.
Por isso não adianta contar com a boa relação comercial. A boa relação não suspende o prazo.
Protesto é ato público. Ele alimenta os cadastros de restrição, e a partir daí a empresa deixa de ser avaliada pelo que faz e passa a ser avaliada pelo que consta.
Para uma construtora isso não é aborrecimento administrativo. É uma empresa que vive de crédito de longo prazo e de crédito de fornecedor ao mesmo tempo:
Uma nota de valor modesto, parada por falta de conferência, pode custar mais em condição de crédito do que custaria o item inteiro.
O caso doloroso não é o da nota errada. É o da nota correta que ninguém teve tempo de confirmar que estava correta.
Ela chegou, ficou na fila, e a fila era grande porque cada documento exige abrir, comparar com o pedido, checar quantidade, conferir unidade e classificação. Em obra com volume, essa fila não anda no mesmo ritmo em que enche.
O protesto não veio de um erro. Veio da demora em provar que não havia erro.
Não é no financeiro, e não é cobrando mais velocidade de quem confere.
Resolve-se no ponto em que a nota entra: se a conferência acontece na chegada — pedido, quantidade, unidade, classificação, tudo de uma vez e sem depender de alguém estar disponível — o título nasce no dia certo e a fila deixa de existir. O financeiro passa a enxergar o compromisso enquanto ainda dá para pagá-lo.
A pergunta para a sua operação: quantos dias, em média, uma nota leva entre chegar e virar título no seu ERP?
Se você não tem esse número, ele provavelmente é maior do que parece. E é ele, não o valor da nota, que determina o risco.
Quatro perguntas, resultado na hora. A conta usa só os seus números.
Sienge, UAU, TOTVS e Mega: onde fica cada campo, o que a importação em massa não carrega e as armadilhas de propagação. Caminhos verificados na documentação de cada fabricante.
Existe uma coisa sobre a nota fiscal eletrônica que quase ninguém sabe, e que explica por que a unidade quase nunca bate: o campo de unidade comercial da NF-e é livre. A uCom não segue tabela oficial nenhuma — o fornecedor informa a grandeza que ele usa internamente. Só a uTrib, a unidade tributável, é padronizada, e essa tem tabela oficial por NCM.
Quando o fornecedor manda SC e o seu cadastro diz KG, ninguém errou. A SEFAZ valida apenas a unidade tributável e não tem nada a dizer sobre a comercial. A divergência de unidade não é falha do fornecedor nem sua: é o desenho da nota.
O que resolve isso do seu lado é uma coisa só: o fator de conversão cadastrado corretamente. Sem ele, toda conferência automática de quantidade trava, e alguém volta a converter de cabeça.
Unidade de medida é a métrica padrão do insumo, e só existe uma — metro, para tubo de PVC. Unidade de movimento são as variações que aparecem na nota, cada uma com o seu fator — barra, com fator 6,00, porque uma barra tem seis metros.
A unidade de medida é como a obra controla. A unidade de movimento é como o fornecedor entrega. O fator é a ponte entre as duas.
Errar o fator não gera erro visível: gera quantidade certa com número errado — e isso contamina de uma vez o custo unitário, o consumo apropriado à obra e o saldo do pedido de compra.
No Sienge o campo não se chama NCM. Ele se chama Classificação Fiscal, aceita até 15 caracteres e faz referência ao Cadastro Nacional de Insumos. Quem procura por "NCM" no cadastro não encontra e conclui que o sistema não tem o campo. Tem.
Importação em massa: Engenharia › Exportações e Importações › Custos Unitários › Importações › Insumos, Serviços e Composições. A importação é incremental — soma aos existentes, não substitui a base.
Dois caminhos levam ao mesmo lugar: Engenharia › Custos Unitários › Insumos › Cadastros ou Suprimentos › Apoio › Insumos › Insumos das Obras › Cadastro.
1. Unidade de movimento e fator não entram na importação em massa. A importação carrega código, descrição, unidade de medida, preço, classificação fiscal e grupo. Não carrega unidade de movimento nem fator — são cadastro manual, insumo por insumo. Você importa dois mil insumos em minutos e continua sem a informação que faz o Three-Way Match funcionar.
2. O fator de conversão não se propaga para as obras. Esta é a que mais dói. Segundo a documentação do próprio Sienge, as unidades de movimento são atualizadas apenas nas obras em situação ORÇAMENTO — e "o valor do fator de conversão não é atualizado do cadastro geral do insumo".
Para corrigir o fator de um insumo numa obra em execução é preciso editar o cadastro daquele insumo, naquela obra. Obra por obra. É por isso que arrumar o cadastro geral e achar que resolveu é o erro mais comum — e o mais caro, porque dá a sensação de problema resolvido enquanto as obras em andamento seguem com o fator antigo.
O NCM está entre os campos do cadastro de produtos, com o nome correto.
Alterar a unidade de um insumo: Obras › Ins. ger › Insumos Gerais › Unidade › Cadastro de Unidades. Os fatores ficam na tela Conversão de Unidades.
No UAU, quando um insumo orçado em uma unidade tem a unidade trocada por outra — grama para quilo, por exemplo — o preço orçado é recalculado respeitando o fator cadastrado, desde que o tipo de grandeza seja compatível.
É o comportamento oposto ao do Sienge, onde o fator não se propaga. No UAU o fator age; no Sienge ele espera. Quem administra os dois precisa saber que a mesma ação tem efeito diferente em cada um.
No cadastro de NCM da linha RM existem dois campos: o código de 8 dígitos e um campo separado de exceção de NCM, com 2 dígitos. A exceção é o que diferencia tratamentos tributários dentro do mesmo código — deixá-la errada ou vazia produz classificação incompleta sem nenhum aviso.
Para associar um produto a um insumo, os dois precisam ter a mesma unidade de medida. Não é recomendação: é condição.
E há um pré-requisito antes disso: o projeto precisa estar integrado ao Núcleo, senão a aba de produtos permanece inativa. A integração se liga em Parâmetros do Projeto (F6) › aba Integração › Suprimentos/Faturamento › Geral, marcando Integrado com Suprimentos/Faturamento.
A validação do Mega vai na direção contrária à do TOTVS: a unidade principal deve necessariamente ser diferente da unidade de compra ou de venda, e o fator de conversão precisa ser positivo.
Vale registrar o contraste, porque ele derruba quem administra os dois sistemas: o TOTVS exige que as unidades sejam iguais para associar; o Mega exige que sejam diferentes para cadastrar. A mesma intuição produz erro em um dos dois.
A MXM não publica documentação aberta do cadastro de insumo. Não vamos escrever caminho de menu que não conseguimos verificar — o caminho aqui é o suporte do fabricante.
Oficial do Siscomex, filtrada nos capítulos de obra.
Saco, barra, milheiro, galão — e de onde cada fator vem.
Este guia aqui resolve um passo: deixar NCM, unidade e fator certos no ERP. O Guia Completo de Governança Fiscal para Construtoras cobre o processo inteiro depois disso — Three-Way Match, validação automática, régua de fornecedores por conformidade, os 7 indicadores de acompanhamento e um plano de 30 dias para implantar sem parar a obra.
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