A nota entra de onde ela estiver
A captura automática traz a nota para o processo sem que ninguém precise persegui-la. A OnSAC está pronta para receber de qualquer origem — e qual delas é indiferente para o que vem depois.
De onde a nota vem não muda o processo
Não existe caminho preferencial nem caminho de contingência. A nota pode chegar pelo próprio ERP da construtora, pela Base Nacional, pela SEFAZ ou pelo Portal Nacional da NFS-e, e a OnSAC está pronta para receber por todos eles. Qual será usado depende do que a construtora já tem, se decide na implantação e não volta a ser assunto.
O que decide o resultado vem depois: a verificação da nota. Conferir o que foi pedido, o que o fornecedor faturou e o que chegou na obra — antes de o título nascer. É aí que a nota errada é retida, e é por isso que a origem é meio, não fim.
As origens, todas atendidas
Nenhuma delas é melhor que a outra para o processo. A diferença está no que a construtora já tem montado, não no que a OnSAC consegue fazer.
Direto do ERP
Quando a construtora já recepciona documento fiscal no ERP, a nota é baixada por lá, pela chave de acesso — e com a chave o próprio ERP puxa o XML e faz as apropriações fiscais e tributárias do lançamento.
Base Nacional e SEFAZ
A NF-e emitida contra o CNPJ da obra é capturada na origem, com o certificado digital de cada CNPJ, no momento em que é autorizada.
Portal Nacional da NFS-e
A nota de serviço vem do Portal Nacional, com o certificado digital da obra. Uma única integração alcança mais de 95% das prefeituras, sem configurar município por município.
Em boa parte do mercado a captura da nota é vendida como serviço à parte, cobrada por documento ou por integração. Aqui ela não é um item separado: está embutida no contrato do NF Check-in, com todas as origens incluídas. Trocar de origem no meio do caminho também não gera cobrança nova.
Conforme as origens em uso, dois itens podem entrar, e os dois são rápidos: a relação de CNPJs das obras e o upload do certificado digital de cada uma no portal. A partir daí a varredura é periódica e automática.
A nota entra de onde ela estiver
De onde ela estiver: do próprio ERP da construtora, da Base Nacional, da SEFAZ ou do Portal Nacional da NFS-e. Todas as origens são atendidas, e a escolha depende do que a construtora já tem — não de limitação da plataforma.
Não. Ela está embutida no contrato do NF Check-in, com todas as origens incluídas. É comum o mercado cobrar a captura como serviço separado, por documento ou por integração; aqui não é um item à parte.
Não muda o processo. A conferência, as regras e o lançamento são os mesmos independentemente de por onde a nota entrou — o que muda é apenas de onde ela é buscada.
Não. O envio pelo fornecedor deixa de ser parte do processo: a nota é buscada assim que existe, por qualquer das origens.
Quanto disso acontece na sua operação hoje?
Trinta minutos para mostrar por onde a nota entra na sua construtora e onde a conferência entraria.
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