01
A nota entra
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A nota entra
De onde ela estiver: do próprio ERP pela chave de acesso, da Base Nacional, da SEFAZ ou do Portal Nacional da NFS-e. Qual origem será usada depende do que a construtora já tem montado — decide-se na implantação e não volta a ser assunto. Nenhuma delas é cobrada à parte.
automático
02
O pedido é encontrado
A nota raramente informa o número do pedido. O Pedido Reverso localiza o pedido de compra no ERP a partir do que a própria nota já diz. Em nota de serviço o equivalente é o contrato, e é a medição aprovada que a sustenta.
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03
A conferência acontece
Item a item, contra o pedido de compra e contra o recebimento na obra. A unidade do fornecedor é convertida para a unidade de movimentação do cadastro, o item é reconhecido mesmo quando descrito com outro nome, e saldo, preço e situação do pedido entram na mesma checagem.
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04
Os impostos são conferidos
A retenção devida é apurada pelo município da prestação e pela situação tributária do prestador, e confrontada com o que o fornecedor destacou na nota. IBS e CBS entram na mesma conferência.
automático
05
A obra confirma
O almoxarife confirma a entrega no canteiro, pelo Portal NF Check-in, no navegador do celular. É a única etapa do fluxo que exige uma pessoa — e é ela que prova que o material entrou. Em nota de serviço, quem cumpre esse papel é a medição aprovada pela engenharia.
almoxarife, na obra
06
O título nasce
O lançamento é feito pela chave de acesso, e o ERP apropria NCM e impostos a partir do documento oficial, não de campos digitados por alguém. O que não passou na conferência fica retido, com o nome da regra que o reteve.
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