O que a construtora prepara antes do go-live
A implantação do NF Check-in leva de 7 a 8 semanas e depende de um conjunto curto de itens que só a construtora pode fornecer — acessos, certificados, parâmetros fiscais e perfis de acesso.
O que mais atrasa implantação é acesso, não tecnologia
O time de setup só começa a montar o ambiente depois de validar os acessos. Enquanto a liberação de API e usuário não sai, nada avança — e essa costuma ser a etapa mais demorada do projeto.
Por isso vale tratar os acessos como primeira tarefa, antes de qualquer discussão de parametrização.
Os oito itens que dependem de vocês
Nenhum deles é demorado isoladamente. O que trava um projeto é descobrir que faltam quando o setup já começou.
Acessos
Liberação da API do ERP e do próprio sistema, com o usuário vinculado a um e-mail institucional. É o que destrava o setup.
CNPJs das obras
A relação dos CNPJs que entram na captura de notas de material.
Certificado digital
Quando a origem usada exige: upload no portal, por obra, para buscar a nota na Base Nacional, na SEFAZ e no Portal Nacional da NFS-e.
Relação de CFOPs
Quais vocês usam e quais não são lançados, para alimentar as regras de validação.
Tolerância de preço
Qual diferença de preço unitário entre pedido e nota vocês aceitam antes de a nota ser retida.
Data de corte
A partir de quando as notas passam a ser baixadas, para não arrastar o passivo dos meses anteriores.
Perfis de acesso
Quem enxerga e quem trata o quê em almoxarifado, suprimentos, financeiro e fiscal — incluindo quem pode ver nota de prestador PJ.
Fluxo de aprovação
Com ou sem uma segunda alçada de autorização antes do lançamento final no ERP.
O cadastro de insumo. O ideal é que unidade de movimentação e fator de conversão já estejam lá, mas base desorganizada é a regra e não impede o início: o backoffice da OnSAC apoia o cadastramento nas primeiras obras, e cada unidade nova se resolve uma vez só.
O que a construtora prepara antes do go-live
De 7 a 8 semanas até o go-live. A estratégia é subir a versão padrão primeiro e deixar ajustes específicos para depois da entrada em operação, para que a customização não atrase o início.
Não, e não é o recomendado. O caminho é iniciar por uma obra com volume alto de notas, estabelecer o padrão ali e replicar — em vez de abrir todas ao mesmo tempo.
Não. Base desorganizada é o cenário comum. Cadastrar uma unidade de movimentação nova num insumo já comprado não quebra o processo, e o backoffice apoia esse trabalho nas primeiras obras.
Em etapas: primeiro com os responsáveis de cada área, que atuam como replicadores, e depois com os usuários finais de almoxarifado, focado na confirmação de entrega.
Quanto disso acontece na sua operação hoje?
Trinta minutos para mostrar por onde a nota entra na sua construtora e onde a conferência entraria.
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