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ERP Mega: o sistema é tão bom quanto o dado que ele recebe

O Mega é um dos ERPs mais completos para a construção civil. O custo da obra é decidido pelo dado que entra nele — de qualquer obra, em qualquer canteiro.

6 min de leituraAtualizado em 05/06/2026

O ERP Mega, da Senior Sistemas, é uma escolha consistente entre construtoras que precisam de profundidade funcional: módulos integrados de engenharia, suprimentos, financeiro e contabilidade. Mas toda a capacidade analítica do Mega depende de uma premissa que raramente é questionada: os dados que entram precisam ser corretos.

Na prática, essa premissa é violada todos os dias — no portão da obra, no momento em que o almoxarife recebe um caminhão, confere visualmente e lança no sistema. Com pressão, volume e complexidade, erros acontecem. E o Mega registra cada um deles como verdade.

O problema que o Mega não resolve sozinho

Notas de serviço de todo o Brasil

Para construtoras com obras em múltiplos municípios, a captura de notas fiscais de serviço é um desafio logístico. Cada prefeitura tem seu sistema de NFS-e. Dependendo do fornecedor enviar a nota por e-mail é impreciso. Acessar portais de prefeitura manualmente é inviável em escala.

A OnSAC resolve isso na origem: conecta ao Portal Nacional da NFS-e e captura automaticamente todas as notas de serviço emitidas contra os CNPJs da construtora, em mais de 95% dos municípios, no momento da emissão.

Correspondência de itens com descrições diferentes

O fornecedor descreve o material de um jeito. O pedido no Mega descreve de outro. "Vergalhão CA-50 D=12,5mm" no pedido; "Aço 12,5 CA-50" na nota. São o mesmo item — mas um sistema sem inteligência não reconhece a equivalência e gera uma divergência falsa.

A IA da OnSAC identifica a equivalência semanticamente e faz a correspondência correta, sem intervenção humana. As divergências que chegam para revisão são as reais — não os falsos positivos por diferença de nomenclatura.

Conversão de unidades

Pedido em m³, nota em toneladas. Pedido em unidades, nota em pallets. O almoxarife que faz essa conversão manualmente, sob pressão, na descarga, comete erros. A OnSAC aplica a tabela de equivalência correta automaticamente, garantindo que o dado que chega ao Mega seja sempre preciso.

Como funciona a integração OnSAC + Mega

A OnSAC opera em quatro camadas antes do dado chegar ao Mega:

  • Captura: notas de produto e serviço, direto das fontes oficiais, sem depender do fornecedor
  • Validação: confronto automático com o pedido — preço, quantidade, unidade, fornecedor, obra
  • Confirmação: recebimento físico registrado pelo almoxarife no portal (funciona offline)
  • Integração: título gerado automaticamente no Mega com todos os dados corretos e documentos anexados

O resultado é que o time financeiro não lança notas no Mega. Recebe títulos prontos — com histórico completo de cada etapa percorrida desde a emissão.

Reforma Tributária: compliance desde agora

Com o IBS e a CBS em fase de implementação progressiva, construtoras com processos de validação manual enfrentarão crescente dificuldade de compliance. A OnSAC já aplica as regras da Reforma nas NFS-e: a nota de serviço só é liberada para o Mega após a aprovação da Medição de Obra pela engenharia. Zero risco de pagar por serviço não executado. Zero risco de pagar por serviço não executado.

Do recebimento do insumo ao pagamento correto. Sempre. Em qualquer obra. Em mais de 95% dos municípios do Brasil.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre este tema

Sim. O NF Check-in se conecta ao Portal Nacional da NFS-e, com cobertura das prefeituras já integradas — hoje mais de 95% delas. Construtoras com obras em diferentes cidades não precisam acessar portais de prefeituras — as notas chegam automaticamente no momento da emissão.

A IA do NF Check-in analisa semanticamente as descrições e identifica equivalências mesmo quando a nomenclatura é diferente. 'Vergalhão CA-50 D=12,5mm' e 'Aço 12,5 CA-50' são reconhecidos como o mesmo item. Isso elimina os falsos positivos que travam o processo por diferença de nomenclatura.

A implantação segue o padrão da OnSAC: em média 7 a 8 semanas até o go-live. O processo inclui mapeamento das regras de negócio, configuração da integração, treinamento da equipe de canteiro e acompanhamento nos primeiros dias de operação. Quando o ERP da construtora ainda não é um dos que estão em produção, o escopo e o cronograma da integração saem da avaliação técnica.

Quanto disso acontece na sua operação hoje?

Trinta minutos para mostrar por onde a nota entra na sua construtora e onde a conferência entraria.

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